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Os rituais mais bizarros do mundo

10- Ritual Algonquinos

 A intensão desse ritual era que os garotos esquecessem todas suas lembranças infantis para que tornassem homens. Inicialmente os meninos da tribo indígena algonquinos eram presos em um lugar, separado do resto de seu povo. Durante o exílio, eles recebiam uma dose da substância conhecida como wysoccan, que é, em torno, cem vezes mais forte do que LSD e altamente alucinógena. Essa substância causava perda de memória, muitos garotos acabavam se esquecendo de sua família e a própria identidade, e alguns casos mais severos, até perdiam a falar. Caso o garoto demonstrasse que lembrava de algo de sua infância, ele era trazido novamente para tomar outra dose de wysoccan.


 9- O salto dos meninos da tribo Vanuatu

 Esse é um rito de passagem e de colheita praticado pelas tribos da ilha Vanuatu,localizada no Oceano Pacífico, Os meninos de 7 ou 8 anos da tribo têm que subir uma torre com altura de 30 metros com cipós atados. Depois eles devem se jogar em uma velocidade de 72 quilômetros por hora. Se o salto sair como o planejado, o garoto deve encostar os ombros e a cabeça no chão. Porém, se o cipó estiver com um comprimento errado, pode causar sérios ferimentos ou até mesmo a morte.


 8- Ritual da tribo Harmar

 Na Etiópia, tribo dos Harmar, um ritual é feito antes que os homens possam se casar. O participante do rito, completamente nu, deve pular por cima de vacas que são colocadas lado a lado quatro vezes sem cair. Caso ele for aprovado, significa que deixou sua infância para trás e agora é um homem por completo.




7- A tribo Okiek

 Essa tribo do Quênia faz um rito praticado tanto por homens quanto mulheres, adolescentes da idade de 14 a 16 anos. A iniciação começa com a circuncisão dos órgãos sexuais,(que para as garotas, consiste na remoção do clitóris o que deixa a maioria delas incapaz de sentir prazer durante o sexo para o resto da vida)e depois os participantes ficam separados de adultos do sexo oposto de quatro a 24 semanas. Durante o ritual, são pintados com argila branca e carvão no corpo para dar um aspecto selvagem, onde passam a receber o conhecimento dos anciãos. Para terminar o ritual, as pessoas têm que fazer o som de um instrumento que reproduz o rugido de uma criatura mística que assombra o povo durante a iniciação. O jovem que se recusa a participar do ritual é isolado do resto da tribo.

 6- Festa das moças jovens

 A celebração de iniciação é realizada pela tribo Tukuna, que se localiza na região norte da Amazônia, é um rito de passagem da garota para a fase adulta. Assim que as garotas menstruam começam a participar da iniciação, e ficam durante 4 a 12 semanas em reclusão em um local construído na casa da família com este único propósito. Durante este tempo, o povo acredita que a jovem está no submundo, correndo perigo na presença de um demônio chamado Noo. No término do ritual, outras pessoas utilizam máscaras e se tornam reencarnações do demônio, e a participante fica no período de dois dias com o corpo pintado para garantir que estará protegida de Noo. Na manhã do terceiro dia, ela tem permissão para sair do exílio, e é levada por parentes para as festividades, em que dançam até o amanhecer. Neste momento, a garota ganham uma lança de fogo e deve jogá-la sobre o demônio. Depois disso ela está segura de Noo.

 5- A tribo Okrika

 Esta tribo localizada na Nigéria realiza o ritual Iria com as garotas de 14 a 16, que é uma passagem para que elas entrem na idade adulta. As jovens são levadas para locais em que recebem alimentos pesados para engordar. Também ensina-se canções tradicionais do ritual, que cantam durante vários dias no amanhecer. A tribo acredita que as garotas podem formar ligações amorosas com espíritos aquáticos, e por isso têm que cantar as músicas tradicionais antes de poderem casar. No último dia do ritual, as garotas passam próximas à água, com uma mulher mais experiente para levá-las para longe dos espíritos, que querem pegá-las de volta.


4- Tribo Satere-mawe

 Esta tribo do Amazonas realiza um ritual de iniciação com garotos que pode ser considerado um dos mais dolorosos que estão sendo apresentados. Os meninos têm que colocar as mãos dentro de uma espécie de luva que cheia de formigas-bala, cuja mordida é quase 20 vezes mais dolorida que a de uma vespa. Os garotos têm que dançar com as mãos dentro da luva durante dez minutos, e a dor é tão intensa que o corpo sofre com convulsões, e a dor pode durar até 24 horas. O mais bizarro é que na tribo é um costume o ritual ser repetido frequentemente para provar a sua masculinidade.

 3- A caçada dos Matis

 A tribo dos Matis, que vivem na floresta amazônica brasileira, realiza quatro testes com os garotos, para que eles mostrem que podem participar das caçadas com os outros homens. Primeiro, os garotos recebem veneno diretamente nos olhos, para supostamente melhorar a sua visão e aguçar os sentidos. Depois, eles são espancados e recebem chicotadas, para depois receber a inoculação do veneno de um sapo venenoso da região. A tribo acredita que o poderoso veneno do animal aumenta a força e a resistência, o que só acontece depois que o participante do ritual sofre com fortes enjôos, vômitos e diarréia. Quando os garotos passam por esta terrível seqüência de testes, são considerados aptos a participar das caçadas da tribo.

2- A tribo Sambia

A iniciação dos garotos desta tribo de Papua Nova Guiné começa aos sete anos, quando eles são levados para longe de todas as mulheres, e passam a viver somente com homens pelos próximos dez anos. Durante o início do ritual, a pele dos garotos é furada, para que as contaminações das mulheres sejam retiradas, e eles têm que sangrar pelo nariz (foto acima, a direita) para se limparem. Os garotos também têm que consumir cana de açúcar para estimular o vômito e a defecação, com o mesmo propósito. Após a “limpeza ” do corpo, eles consomem sêmen, considerado vital para que eles cresçam e fiquem fortes. Durante o processo, os garotos são informados sobre as impurezas femininas e seus perigos, e aprendem técnicas de purificação. Quando se casam eles se purificam freqüentemente contra as impurezas da esposa. Eles realizam sangramentos intensos pelo nariz toda vez que a mulher menstrua. No último passo do ritual de iniciação, os jovens têm que remover um pêlo pubiano e entregá-lo para um homem mais velho, que irá colocá-lo no lugar apropriado. Durante este estágio, o homem explica ao garoto que ele não deve ser promíscuo na sua relação heterossexual, senão será executado.

 1- Os aborígines Mardudjara

 Estes aborígenes australianos deixam os garotos de uma certa idade à reclusão, onde eles são segurados por um ancião, enquanto outro retira o prepúcio do pênis do garoto sem anestesia. Depois disso, o garoto se ajoelha sobre um escudo próximo a uma fogueira e tem que comer a própria pele crua, sem mastigar. Após isso, ele se livrou da criança, e se torna um homem completo. Depois que a circuncisão termina de cicatrizar, os homens sofrem outra intervenção cirúrgica: o pênis é cortado na parte inferior, próximo aos testículos, e o sangue que escorre deve cair sobre uma fogueira, para purificá-lo, e depois da incisão, têm que se abaixar para urinar.

As seitas mais bizarras do mundo

Ho no Hana




Ho No Hana Sanpogyo é uma seita japonesa chamada também de “seita da leitura do pé”. É chamada assim porque seu fundador, Hogen Fukunaga, afirma conseguir diagnosticar doenças ao examinar os pés das pessoas. Ele fundou o grupo em 1987 e afirmava ser a reencarnação de Jesus Cristo e Buda. O grupo já afirmou possuir 30 mil membros. Hogen cobrava US$ 900 pelas leituras de pé. Ele foi acusado de fraudar donas de casa e teve que pagar mais de um milhão de dólares em danos. Hoje o nome da seita mudou para “Yorokobi Kazoku no Wa”.


Raelianos







Essa crença acredita que naves espaciais semearam a maioria das religiões, que transferência mental é possível e clonagem pode levar à reecarnação. Ela começou na França na década de 1970. Uma seguidora da seita apareceu nas manchetes em 2003 por haver afirmado que havia concebido o primeiro clone humano, mas em seguida o evento foi avaliado como um trote




Corpo de Cristo

Esta seita é um pequeno grupo autoritário que se baseia em “revelação direta” e não na bíblia. Esta pequena seita apareceu nas manchetes por haver levado duas crianças à morte por inanição. Samuel Robidoux, um bebê de dez meses morreu de subnutrição. Ele não foi alimentado porque sua mãe estava esperando por um sinal de Deus para fazê-lo. O filho de Rebecca Corneau, Jeremiah, morreu logo após nascer por falta de cuidados médicos básicos. Um dos antigos membros deixou o grupo depois de dez anos e deu para a polícia um diário que descrevia o que ocorreu com as crianças.


Ordem do Templo solar


A seita foi criada por Luc Jouret, um belga e neo-nazista no ano de 1984. O grupo seria cristão e também conhecido como a segunda vinda de Cristo e os Cavaleiros Templários. Uma das suas bizarrices foi sacrificar uma criança, pensando que esta fosse o anticristo em 1994. Após alguns dias, ele e dúzias de seguidores cometeram suicídio. Os franceses hoje consideram a organização criminosa.


Seitas de Bhagwan Shree Rajneesh



O místico indiano Bhagwan Shree Rajneesh fundou diversas cidades ocultistas no Oregon, EUA, durate os anos 1980, estranhamente cheias de carros da marca Rolls Royce. Bhagwan supostamente envenenou centenas de pessoas em Dalles, Oregon, com a bactérias Salmonella, em 1984, para colocar as eleições locais em favor da seita.


Dadivianos

Considerado um dos maiores dissientes da igreja Adventista do Sétimo Dia, os Davidianos são famosos pela revolta de 1993 no seu complexo Waco, no Texas, EUA, que acabou com a vida de 76 pessoas. O evento resultou mais ou menos no desaparecimento do que muitos consideravam uma seita, que acreditava no apocalipse iminente.


Seita de Charles Manson e sua família




Charles Manson, que aprendeu a tocar guitarra na prisão, formou a sua “família” de criminosos em 1968. Charles pensavam que uma guerra de raças entre brancos e negros iria eclodir em 1969. Quando isso não ocorreu ele enviou seus seguidores em uma série de assassinatos para “mostrar aos negros como se fazia”, mas as vítimas eram as pessoas que não o haviam ajudado em sua carreira musical.

Heaven's gate



Fundada em algum ponto da década de 1980, Aum Shinrikyo é famosa pelos ataques ao metrô de Tóquio com o gás sarin em 1995, matando 12 e ferindo mais de 5 mil pessoas. As crenças da seita são frequentemente descritas como uma mistura de aspectos destrutivos de várias religiões. Vários seguidores acreditavam que iriam desenvolver super-poderes e outros saboreavam a chande de lutar contra o materialismo japonês.

Aum Shinrikyo



Os seguidores da seita Heaven’s Gate, liderados por Marshall Applewhite, pensavam que a Terra e tudo que há nela seria “reciclado” e acreditavam que poderiam pegar uma carona no cometa Hale-Bopp, em março de 1997, o que os permitiria sobreviver. Os 39 membros, incluindo Marshall, envenenaram a si mesmos em turnos em uma mansão na Califórnia, vestindo tênis da Nule e tarjas ao redor do braço que diziam “Equipe de Desembarque Heaven’s Gate”.


Peoples Temple



A seita, a Peoples Temple (Templo dos Povos), do reverendo Jim Jones criou uma comunidade remota selva da Guiana com 900 pessoas. Ele começou a seita para ajudar os sem-teto, deempregados e doentes de todas as raças, mas ex-membros afirmaram que abusos eram comuns dentro do grupo.
Quando congressistas foram investigar denúncias de que a comunidade era na realidade uma prisão, onde muitos dos seguidores sofriam diversos abusos, houve um terrível desfecho.
Foram 900 pessoas que se “suicidaram” com terríveis evidências em vídeos e fotos.

O vídeo é uma reportagem do Fantástico dos anos 70

Arqueólogos búlgaros encontram outro 'vampiro' em escavações


Outro esqueleto submetido a um ritual antivampiro foi encontrado na Bulgária. O novo achado ocorreu durante escavações na cidade de Veliko Tarnovo, a 220 ​​km da capital Sófia. O arqueólogo Nikolay Ovcharov disse que o esqueleto estava preso ao chão com quatro estacas de ferro.


Na semana passada, arqueólogos encontraram dois esqueletos da Idade Média que apresentavam estacas de ferro encravadas no peito, com o objetivo de que eles não se transformassem em vampiros.
Segundo as crenças pagãs, as pessoas que eram consideradas ruins durante sua vida podiam se transformar em vampiros após a morte. Para impedir que isso acontecesse, era preciso cravar uma estaca de ferro ou de madeira no peito da pessoa antes de ela ser enterrada.

Arqueólogos acham esqueletos com barra antivampiro encravada no peito


Arqueólogos encontraram dois esqueletos da Idade Média em escavações na cidade de Sozopol, na Bulgária, que apresentavam barras de ferro encravadas no peito, com o objetivo de que eles não se transformassem em vampiros.

Segundo as crenças pagãs, as pessoas que eram consideradas ruins durante sua vida podiam se transformar em vampiros após a morte. Para impedir que isso acontece, era preciso cravar um pedaço de ferro ou de madeira no peito da pessoa antes de ela ser enterrada.

Coisas que você não sabia sobre a sexta-feira 13

A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada popularmente como um dia de azar.
O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 signos do Zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar tem-se o mais azarado dos dias.
Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia.

História

A superstição foi relatada em diversas culturas remontadas muito antes de Cristo.
Existem histórias remontadas também pela mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituídos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.
Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.
Com relação à sexta-feira, diversas culturas a consideram como dia de mau agouro:
Alguns pesquisadores relatam que o grande dilúvio aconteceu na sexta-feira.
A morte de Cristo aconteceu numa sexta-feira conhecida como Sexta-Feira da Paixão.
Marinheiros ingleses não gostam de zarpar seus navios à sexta-feira.
No cristianismo é relatado um evento de má sorte em 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França. Os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.
Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.
Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por crucificação e Judas provavelmente por suicídio.
Note-se também que, no Tarô, a carta de número 13 representa a Morte.

Curiosidades

Alguns incidentes ocorridos nessa data:
Mu, terra de nossos ancestrais, foi destruído em uma sexta-feira 13, e esta seria a origem do medo deste dia, segundo o pseudo-historiador James Churchward.
13 de Dezembro de 1968: O governo militar do Brasil decreta o AI-5, que, entre outras coisas, suspendeu direitos e garantias políticas, decretou estado de sítio no Brasil e dava poderes aos militares de fechar o Congresso.
O pior incêndio de florestas na história da Austrália ocorreu em uma sexta-feira 13 de 1939, onde aproximadamente 20 mil quilômetros de terra foram queimados e 71 pessoas morreram.
A queda do avião que levava a equipe uruguaia de rúgbi nos Andes foi em uma sexta-feira 13 de 1972. Os acontecimentos neste acidente deram origem ao livro Sobreviventes: a Tragédia dos Andes, de Piers Paul Read, e ao filme Alive (Vivos) de 1993 com direção de Frank Marshall.
O império asteca acabou quando Hernan Cortés capturou o rei de Tenochtitlán, em 13 de agosto de 1521, uma sexta-feira.

O compositor Rossini, que escreveu a ópera "O Barbeiro de Sevilha", morria de medo das sextas-feiras 13. Acabou morrendo em uma, no dia 13 de novembro de 1868.


Em 1939, uma cidadezinha do Estado americano de Indiana colocou sininhos no pescoço de todos os gatos pretos da cidade, em uma sexta-feira 13, para evitar que alguém cruzasse com um bicho desses na rua.




Em janeiro o navio Costa Concordia afundou, na ilha italiana de Isola del Giglio, em uma sexta-feira 13.
Talvez a sexta-feira 13 não seja um dia tão ruim assim. A série de filmes 'Sexta-Feira 13', aquela do Jason, por exemplo, já arrecadou US$ 465 milhões (cerca de R$ 849 milhões) na soma dos 12 filmes já lançados.


Celebrações da Sexta-feira 13 em Portugal

Em Portugal, muitas cidades e vilas celebram a Sexta-feira 13. A maior festa acontece no castelo de Montalegre, Trás-os-Montes. Em Montalegre, todas as sextas-feiras 13 há uma grande festa, onde não faltam as bruxas, os bruxos, feitiços, teatro e a famosa queimada.

Dia de los muertos

Alguns países latino-americanos celebram o Dia de los Muertos, também conhecido como Dia de los Difuntos, entre 01 e 02 de novembro. Essa festa em que se interligam os ritos pagãos dos índios que situavam no continente anteriormente a colonização e os costumes católicos.
A tradição tem raizes Maya, Purepecha e Totonac, que honravam a deusa Mictecacihuatl, conhecida como a 'Dama de la Muerte', eram construídas paredes com desenhos de caveiras, lembrando assim suas crianças e parentes falecidos.

Posteriormente, por imposição da Igreja Católica, a data passou a coincidir com as celebrações católicas do Dia de Finados e Todos os Santos.




É comemorado principalmente no México, Guatemala, Honduras, El Salvador e em muitas comunidades dos EUA, onde vive uma grande população mexicana e centro americana.
Em 7 de novembro de 2003, em Paris, França, a UNESCO deu o status de Patrimônio Cultural da Humanidade ao Dia de los Muertos.








Fonte:Sobrenatural, RT

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e o ultimo...e por minha opinião, mais fera...

O Livro dos Mortos

Livro dos Mortos (cujo nome original, em egípcio antigo, era Livro de Sair Para a Luz é a designação dada a uma coletânea de feitiços, fórmulas mágicas, orações, hinos e litanias do Antigo Egito, escritos em rolos de papiro e colocados nos túmulos junto das múmias. O objetivo destes textos era ajudar o morto em sua viagem para o outro mundo, afastando eventuais perigos que este poderia encontrar na viagem para o Além.













(Na foto, secção do Livro dos Mortos no Papiro de Nani c. 1040 a.C.–945 a.C.)










(Na foto, secção do Livro dos Mortos do escriba Nebqed, cerca de 1300 a.C.)
A idéia central do Livro dos Mortos é o respeito à verdade e à justiça, mostrando o elevado ideal da sociedade egípcia. Era crença geral que diante da deusa Maat de nada valeriam as riquezas, nem a posição social do falecido, mas que apenas os atos seriam levados em conta. Foi justamente no Egito que esse enfoque de que a sorte dos mortos dependia do valor da conduta moral enquanto vivo ocorreu pela primeira vez na história da humanidade. Mil anos mais tarde, — diz Kurt Lange — essa idéia altamente moral não se espalhara ainda por nenhum dos povos civilizados que conhecemos. Em Babilônia, como entre os hebreus, os bons e os maus eram vítimas no além, e sem discernimento, das mesmas vicissitudes.






























(Na foto,secção do Livro dos Mortos no Museu Egípcio do Cairo)
Não resta dúvida de que o julgamento ds atos após a morte devia preocupar, e muito, a maioria dos egípcios, religiosos que eram. Para os egípcios esse conjunto de textos era considerado como obra do deus Thoth. As fórmulas contidas nesses escritos podiam garantir ao morto uma viagem tranquila para o paraíso e, como estavam grafadas sobre um material de baixo custo, permitiam que qualquer pessoa tivesse acesso a uma terra bem-aventurada, o que antes só estava ao alcance do rei e da nobreza. Em verdade, essa compilação de textos era intitulada pelos egípcios de Capítulos do Sair à Luz ou Fórmulas para Voltar à Luz (Reu nu pert em hru), o que por si só já indica o espírito que presidia a reunião dos escritos, ainda que desordenados. Era objetivo desse compêndio, nos ensina o historiador Maurice Crouzet, fornecer ao defunto todas as indicações necessárias para triunfar das inúmeras armadilhas materiais ou espirituais que o esperavam na rota do "ocidente".

O Livro dos Mortos não era um "livro" no sentido coevo da palavra. A atual idéia de livro sugere a existência de um autor (ou autores) que propositadamente redige um texto com um princípio, meio e fim. Em vez disso, os textos que integram o que hoje se denomina por Livro dos Mortos não foram escritos por um único autor nem são todos da mesma época histórica. Um dos escritores mais conhecido por colaborar com uma parte desse livro foi Snefferus S. Karnak.

Os antigos egípcios denominavam a esta coletânea de textos como Prt m hru , o que pode ser traduzido como "A Manifestação do Dia" ou "A Manifestação da Luz". A atual designação Livro dos Mortos é disputada entre duas origens. A primeira refere-se ao título dado aos textos pelo egiptólogo alemão Karl Richard Lepsius quando os publicou, em 1842 - Das Todtenbuch der Ägypter (Todtenbuch, Livro dos Mortos). Afirma-se igualmente que o título possa ser oriundo do nome que os profanadores dos túmulos davam aos papiros que encontravam junto às múmias - em árabe, Kitab al-Mayitun (Livro do Defunto).

[editar] EstruturaAs edições modernas do Livro dos Mortos são compostas por cerca 200 "capítulos", nome que os egiptólogos dão às fórmulas encontradas nos papiros preservados ao longo dos séculos. Nenhum dos papiros conhecidos apresenta o mesmo número de capítulos e de ilustrações (vinhetas). Entre os mais conhecidos, encontra-se o Papiro de Ani, com um total de 24 metros, que se acha atualmente no British Museum, em Londres.

Formação
O Livro dos Mortos data da época do Império Novo, período da história do Antigo Egipto que se inicia por volta de 1580 a.C. e termina em 1160 a.C.. No entanto, a obra recolhe textos mais antigos - do Livro das Pirâmides (Império Antigo) e do Livro dos Sarcófagos (Império Médio).

No Império Antigo foram gravadas várias fórmulas mágicas sobre os muros dos corredores e das câmaras funerárias das pirâmides de Sakara, pertencentes a vários reis da V e da VI dinastias (Unas, Teti, Pepi I, Merenré e Pepi II). Estes textos são conhecidos como Textos das Pirâmides. Nesta altura a possibilidade de uma vida depois da morte era apenas acessível aos reis.

A partir da VII dinastia egípcia verifica-se uma "democratização" da possibilidade de ascender a uma vida no Além. Esta não será mais reservada apenas ao soberano, mas será também possível para os nobres e os altos funcionários, e progressivamente estender-se-á a toda a população. Durante o Império Médio os textos usados pelos reis foram modificados, ao mesmo tempo que surgiram novos textos que mantinham a sua função de ajudar o morto no caminho do Além. Os textos passaram a ser escritos no interior dos sarcófagos (na madeira) dos nobres e dos funcionários, sendo por isso conhecidos como Textos dos Sarcófagos.

Durante o Império Novo reuniram-se textos funerários de períodos anteriores (Textos das Pirâmides e Textos dos Sarcófagos), ao mesmo tempo que se redigiram novos textos, escritos em rolos de papiro e colocados junto das múmias nos túmulos. A colectânea destes textos é hoje conhecida como Livro dos Mortos.

Existem algumas versões locais do Livro dos Mortos, que apresentam pequenas diferenças.

A chamada "recensão tebana", escrita em hieróglifos (e mais tarde em hierático) sobre papiro, encontra-se dividida em capítulos sem uma ordem determinada, embora a maioria deles possua um título. Esta versão foi utilizada entre a XVII e a XXI dinastia egípcia não apenas pelos faraós, mas também pelas pessoas comuns.

Na "recensão Saíta", usada a partir da XXVI dinastia (século VII a.C.) e até o fim da era ptolemaica, fixou-se de forma definitiva a ordem dos capítulos.

Espectro






O espectro é um termo vago que descreve uma criatura fantasmagórica, um espírito de outro mundo, ou, mais geralmente um ser misterioso para ser temido.


Etimologia


A palavra pode ser de origem escocesa, possivelmente através de nórdicos Old Vordr , significando o "guardião" (cf. o Inglês Moderno cognatos "enfermaria" e "guarda"), e relacionadas com rlandês Arrach , que significa "aparição". Uma associação com o verbo "torcer" também foi reivindicada. A palavra "fantasma" é o primeiro atestado em 1513, com o significado de "fantasma ou espectro" (ou seja, uma aparição de uma vida ou uma vez ao vivo, possivelmente como um presságio de morte).Na Escócia do século 18, foi aplicada a espíritos aquáticos. Com o tempo, passou a ser usado em um sentido metafórico para se referir a coisas fantasmagóricas, e portentos em geral. JRR Tolkien uso da palavra na nomeação dos seres conhecidos como os Espectros do Anel influenciou os criadores de fantasia e horror novelas, programas de televisão e jogos, que o usam com o sentido de uma sombra coisa, um espírito de outro mundo, ou mais geral, um ser misterioso para ser temido.



Descrição



A representação clássica de um espectro idêntico ao da imagem de uma figura alta, humanóide envolto em um manto negro, em que nenhum rosto pode ser visto, apesar de um se projeta mão e dedos longos e afiados.A criatura é um ser de poder, controlado por um maior espírito de fazer as criaturas. Estas criaturas são sombras, flutuando entre o nosso reino, sem um fim, mas a de seus mestres. Eles se alimentam de seres humanos, suas emoções e suas próprias forças, sem que estas iriam deixar de existir. Informação, considerando as suas qualidades menos conhecido é difícil de obter.



História / Crenças






Em crenças pagãs europeias, o espectro é visto como um espírito de vingança. Espectros são consideradas raras, entre o reino do espírito, pois eles consistem em pura vingança, mas nem tudo será verdadeiramente espectros vingativos, em que alguns são meramente enfurecido a ponto de destruir tudo que encontram.Em outros cantos do mundo, o espectro é considerada como um duplo de uma pessoa existente e presságio de sua morte iminente.



Arte / Ficção

Os dementadores de JK Rowling pode ser considerado aparições, que estejam de acordo com a descrição popular de um envolta ser sem rosto, com longas mãos cadavérica que brilham como carne apodrecida. Estes alimentos para os seres vivos sobre a emoção, drenando toda última gota de felicidade de uma pessoa. Eles são capazes de sugar a alma de uma pessoa através do "beijo do dementador", onde o dementador tira a alma da pessoa, aparentemente através de sua boca. Nos primeiros livros diversos da série, essas criaturas guardam a prisão dos bruxos Azkaban, mas depois passam a unir forças com o Lorde das Trevas Voldemort.


Mortiwraith A palavra "fantasma" também é usado na ficção moderna para significar a mudança de espectros TA Barron série de livros The Lost Years of Merlin e a mortiwraiths de Wayne Thomas Batson porta dentro da triologia. Considerando que o espectro de deslocamento é um predador, bestial cobra capaz de mudar-se para a forma de qualquer animal, apesar de ter sempre uma característica incomum do que, os mortiwraith é uma criatura inteligente, gigantesca, caverna-moradia, mas também predador de cobra Tendo ouvidos peludos vincado, sangue envenenado, e muitos pés com garras cuja quantidade aumenta com a passagem de cinco em cinco anos. O uso da palavra "fantasma" para qualquer um destes não é explicada por qualquer autor na história respectivos.
Na série Supernatural (meu vício) os espectros deixam a pessoa louca, e quanto mais maluca a pessoa estiver, mais "saboroso" seu cérebro fica. os espectros encontraram em um hospício o lugar perfeito para suas refeições. Eles "infectam" a pessoa com a loucura apenas no ato de tocá-las. O espelho mostra sua verdadeira forma.

O natal e o paganismo

Oiee galera do mal
resolvi postar algo especial para o natal. E como muitos devem saber, o natal tem origens de festas pagãs. O post sai um pouco do foco do terror, ao menos se vocês lembrarem que certos culturas pagãs queimam criançinhas na fogueira, também o paganismo sempre é relacionado ao mal(muitas vezes por injustiça) e lembrando que muitos fanaticos despresam coisas como pentagramas(e nem sabem que o com a ponta para cima acreditam que serve para proteção e não magia negra). Lembrando que esse blog não apoia e nem discorda de nenhuma religião ou crença, eu só posto para compartinhar minhas pesquisas com vocês, queridos leitores.



Ao contrário do que muitos pensam o natal não é uma festa cristã. A prática de festejar o natal foi introduzida na igreja em fins do século IV. A palavra natal em inglês é christmas, a união de duas palavras, christ e mass que significa missa de Cristo ou missa de natal.

O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivais pagãos que celebravam a saturnália e o solstício de inverno, em adoração ao deus-sol, o sol invictus. O deus-sol é muito provavelmente, uma indicação de Ninrode mencionado em Gênesis 10:8-10. Este festival de inverno era chamado a natividade do sol. A festa solar do natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de dezembro.

Saturnália é referente a saturnal, do latim saturnale, indica o deus saturno ou as festas em sua honra.
Solstício vem do latim solstitiu. Época em que o sol passa pela sua maior declinação boreal ou austral, e durante a qual cessa de afastar-se do equador. Os solstícios situam-se, respectivamente, nos dias 22 ou 23 de junho para a maior declinação boreal, e nos dias 22 ou 23 de dezembro para a maior declinação austral do sol. No hemisfério sul, a primeira data se denomina solstício de inverno e a segunda solstício de verão; e, como as estações são opostas nos dois hemisférios, essas denominações invertem-se no hemisfério norte.

A prática de trocar presentes era, segundo nos informa Tertuliano, parte da saturnália. Não há nada de errado em dar presentes. Os israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração (Et.9:22). Mas alguns têm procurado ligar os presentes de natal com aqueles que Jesus recebeu dos magos.

A árvore de natal também tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmera, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo Odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado. Em inúmeras passagens bíblicas a árvore é associada a idolatria e a adoração falsa: Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes-ídolos no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes (I Rs.14:23). Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti (Dt.16:21). Portanto a árvore de natal recapitula a idéia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol. (WOODROW, Ralph. Babilônia A Religião dos Mistérios).A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificar os elementos pagãos com símbolos bíblicos. Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol. Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o sol. O salmo 84:11 diz que Jesus é sol. Mas este versículo não está dizendo que Jesus é o deus sol ou que o sol é um deus, mas que assim como o sol ilumina toda a humanidade, Jesus é a Luz que alumia todos os homens (Veja Lc.1:78,79 e Jo.1:9).

Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai Noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da Igreja Católica Romana. O presépio foi inserido por São Francisco.

Não devemos jamais nos esquecer que como cristãos verdadeiros somos ordenados a comemorar a morte de Cristo, sua ressurreição e sua vinda (1ª Co.11:25,26). Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorem o nascimento de Cristo. Talvez porque o nascimento de Cristo, por ser um fato histórico inegável, é aceito por todos os homens, mesmo pelos não cristãos. Não é assim porém com relação a sua ressurreição. Todos comemoram o nascimento de Cristo, mas somente os cristãos comemoram a sua ressurreição. Devemos ainda lembrar que acerca de Jesus, identificado na pessoa de Melquisedeque, se diz que era “...sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência...” (Hb.7:3).

Em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal (Eu prefiro ficar com a minoria - Ex.23:2; Mt.7:13). Vários fatores estão relacionados a essa oposição: (1) uma rejeição da autoridade eclesiástica na sua tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um; (2) uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história; (3) as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.

Dybbuk

Oiee pessoal,
iria ser um post duplo
mas resolví que fosse um triplo
kkkk


Dito no folclore Judeu, um dybbuk é um espírito maligno que possui pessoas, acredita-se que seja a alma "perdida" de uma pessoa morta.
Dybbuks são almas que escapam de Geena (digamos que Geena é o nome dado ao inferno para os hebráicos) ou almas em que a entrada em Geena foi negada por terem cometido uma grave transgressão como o suicídio. A palavra dybbuk tem origem do Hebraico דיבוק e significa "anexo", o dybbuk se "anexa"ou possui um corpo de uma pessoa viva e habita a sua carne. Segundo a crença, uma alma que foi incapaz de cumprir sua função durante a sua vida é dada outra oportunidade para fazê-la em forma de dybbuk. Ele supostamente deixa o corpo do hospedeiro, uma vez que tenha conseguido seu objetivo, ou em algumas vezes depois de ser "ajudado"




Curiosidades


Os dybbuks aparecem no filme "alma perdida".



Sinopse
Casey Beldon (Odette Yustman) é uma jovem orfã de mãe (Carla Gugino), que se suicidou quando ela era pequena. De uma hora para outra ela passa a ser atormentada por uma estranha imagem de um menino, que a persegue em pesadelos e também quando está acordada. Determinada a descobrir o que está acontecendo, Casey acaba descobrindo uma misteriosa ligação entre ela e um espírito do mal capaz de possuir o corpo das pessoas para alcançar seu objetivo, que é nascer novamente. Em sua busca pela solução do problema, descobre uma chance através de um ritual de exorcismo com o padre Sendak (Gary Oldman).

Bhuta

No hinduísmo e no budismo, uma Bhuta (Pl: bhutas) é um tipo de espírito maligno. A Bhut palavra ainda é usada em hindi para categorizar um fantasma.


Origem


O Bhuta ou Prêt é o fantasma do mal de um homem que morreu uma morte prematura, como execução, acidente ou suicídio, ou a vida de um liderado profana ou imoral. Este tipo de reencarnação não surge de nascimento de um útero, etc, mas é atingido diretamente, eo destino como maus espíritos "é pré-determinada de como eles devem atingir a libertação do que yoni, e re-entrar no mundo dos mortais carne, pela próxima encarnação.

Aparência


Bhutas aparecem como luzes piscando ou aparições nebulosas que não produziam sombras e permanecem acima do solo.


Habitat


Bhutas podem assombrar as florestas e casas vazias durante o dia e noite.


Comportamento


Bhutas normalmente passeiam animando corpos durante a noite e pode atacar pessoas como um vampiro, em última análise, colhendo a carne de sua vítima. Eles podem ser detectados por twangs nasal, o medo da cúrcuma queima e a luz. Eles principalmente jogam praga naqueles que não performer os devidos ritos funerários para os mortos.Bhutas são considerados responsáveis por:acidentes

más colheitas

calamidades naturais e domésticos

gado doente

doença

insanidade

pragas

Eles são também são responsáveis por introduzir um corpo humano e fazer adoecer-lo até a morte. As pessoas protegem-se deitado no chão, porque o bhutas nunca descansam na Terra. No Bhagvad Gita, Krishna o Avatar declara que os seres humanos que adoram bhutas bhutas tornou-se, isto é parte de um discurso em que o príncipe Arjuna Avatar diz que o adorador e o adorado finalmente se tornar um. A palavra "Bhut" ainda é usado em hindi para categorizar um fantasma.

crenças Bengali


Fantasmas são uma parte importante do folclore em Bengala. Os contos de fadas, antigos e novos, muitas vezes usam o conceito de fantasmas. Na moderna literatura bengali dias, bem como, referências a fantasmas podem ser encontrados frequentemente. Acredita-se que os espíritos daqueles que não podem encontrar paz na vida após a morte ou morrer mortes não naturais permanecem na Terra. A palavra comum para fantasmas em bengali é bhut (bengali: ভূত).Existem diferentes tipos e diferentes de fantasmas em Bengala. Alguns dos mais proeminentes são:

Shankchunni: fantasma Feminino

Petni: fantasma Feminino

Chorachunni: ladrão fantasma, muito mischieveous e, geralmente, as almas dos ladrões mortos.

Penchapechi: os fantasmas que parecem coruja e seguir as pessoas na floresta durante a noite e, finalmente, come-los.

Nishi: Um espírito maligno que chama as pessoas pelo nome de sua casa à noite, para nunca mais ser devolvido novamente.

Mamdo bhut: Adoráveis Ex-muçulmanos

Brahmadaitto ou Brahmodatti: fantasmas de brâmane ou Brahmo

Aleya: aparições de gás do pântano que confundem os pescadores, fazê-los perder o rumo e, eventualmente, se afogar

Skondhokata ou Kondhokata: Um fantasma sem cabeça

Esses fantasmas são freqüentemente mostrado ser Amante de peixes e são atraídos pelo cheiro de peixe. Um aspecto curioso de fantasmas do sexo feminino, petnis, é que seus pés estão a ser dito para trás.

Beliel

Oiee pessoal, desculpe por ficar muito tempo sem postsar, :(
mas eu voltei
e vcs não vão se livrar de mim, ainda mais pq hj vai ser post duplo kkkk

Beliel, Belial, Beliar ou Berial - não confundir com Baal. Personagem da mitologia cananita que determinava este Beliel como o adversário do povo "escolhido". Beliel é mencionado também no novo testamento como o oposto da luz, do bem e de Jesus Cristo.
Do hebraico - "Bliol" (o fraco) Seria o mais importante demónio na Terra, que comandava as forças da escuridão contra os "filhos da luz" que serviam Satã.
Criado junto com Lúcifer, de Beliel foi dito - rei do inferno - e comandante de 80 legiões. É o 68º espírito listado na Goetia.

Referencia góticas

Beliel ou Belial é o Rei-Comandante de Sheol (parte das regiões infernais). Na demonologia cristã, é reconhecido como um antigo Anjo da Virtude, que após a queda junto com Lúcifer, foi transformado no demônio da arrogância e da loucura, ocupava o posto que agora pertence a Arcanjo São Miguel. Também é responsável pela luxúria, e foi por sua causa que as cidades de Sodoma e Gomorra caíram em tentação. Ele aparece na forma de dois anjos sentados em uma carruagem de fogo.
A letra quer dizer "filhos da indignidade."

Etimologia

Belial (também conhecido como Belhor, Baalial, Beliar, Beliall, Beliel; do idioma hebreu, temos Bliyaal בליעל - (Significado:sem valia, ou "rebelde"). Em livros antigos dos judeus, as crianças não circuncidadas eram alcunhadas como "filhos de Belial".
A etimologia para seu nome é incerta. Alguns estudiosos verteram diretamente do hebreu como "sem valor" (Beli yo'il), enquanto outros traduziram como "não escravizado" (Beli ol), "O que não tem derrotas" (Belial) ou "nunca vencido" (Beli ya'al). Apenas alguns poucos etimologistas assumiram essas transcrições literais como origem de suas pesquisas.
Beliar significa sem valor. O próprio Beliar nos diz no Evangelho de Bartolomeu que "Em primeiro lugar eu era chamado Satanel, que era interpretado como mensageiro de Deus, mas quando rejeitei a imagem de Deus, meu nome foi mudado para Satanás, que é o anjo que guarda o Inferno".

Angelologia
Ele não pode resistir a tentação de gabar-se, "Eu era o primeiro dos anjos". Miguel supostamente era o segundo, Gabriel o terceiro, Uriel o quarto e Rafael o quinto. O orgulho desse anjo era verdadeiro pois seus irmãos são conhecidos como Anjos da Vingança.

Moloch


Moloch ou Moloque na tradição bíblica, é o nome do deus ao qual os amonitas, uma etnia de Canaã (povos presentes na península arábica e na região do Oriente Médio), sacrificava seus recém-nascidos, jogando-os em uma fogueira. Também é o nome de um demônio na tradição cristã e cabalística.
Segundo as escrituras os povos amorreus por volta de 1900 a.C. adoravam a Moloque. Há quem diga que nos rituais de adoração havia atos sexuais e sacrifícios de crianças. Estas eram jogadas em uma cavidade da estátua de Moloque, onde havia fogo consumindo assim a criança viva. Ele era, ao mesmo tempo, um fogo purificador, destruidor e consumidor. A aparência de Moloque era de corpo humano com a cabeça de boi ou leão, no seu ventre havia uma cavidade em que o fogo era aceso para consumir sacrifícios. Muitos povos adoravam a Moloque porém com o fortalecimento do povo Hebreu e de outros reinos, estes povos foram desaparecendo, deixando o costume de adoração a Moloque.
Pelas ordens de Deus dadas ao povo hebreu através de Moisés, era proibido, expressamente, a adoração a Moloque, bem como também o sacrifício de crianças a ele, sendo este severamente punido (Lv 20,2-5).
Moloque era conhecido também com Malcã.
Os gregos antigos identificaram este deus cananeu, adorado pelos cartagineses com sacrifícios de bebês, com Cronos.

Halloween


A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão(samhain significa literalmente "fim do verão").
A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:
Origem Pagã
A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davamo ao ano novo celta. A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.
Origem Católica
Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (panteão) num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e "All Hallow Een" até chegar à palavra atual "Halloween".
Etimologia
Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual da festa: Hallow Evening → Hallowe'en → Halloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.
Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.
A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé.
Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses (povo de etnia e cultura celta) no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica.
Atualmente
Se analisarmos o modo como o Halloween é celebrado hoje, veremos que pouco tem a ver com as suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto do que tinha ao princípio. Além disso foi sendo pouco a pouco incorporada toda uma série de elementos estranhos tanto à festa de Finados como à de Todos os Santos.
Entre os elementos acrescidos, temos por exemplo o costume dos "disfarces", muito possivelmente nascido na França entre os séculos XIV e XV. Nessa época a Europa foi flagelada pela Peste Negra e a peste bubônica dizimou perto da metade da população do Continente, criando entre os católicos um grande temor e preocupação com a morte. Multiplicaram se as Missas na festa dos Fiéis Defuntos e nasceram muitas representações artísticas que recordavam às pessoas a sua própria mortalidade, algumas dessas representações eram conhecidas como danças da morte ou danças macabras.
Alguns fiéis, dotados de um espírito mais burlesco, costumavam adornar na véspera da festa de finados as paredes dos cemitérios com imagens do diabo puxando uma fila de pessoas para a tumba: papas, reis, damas, cavaleiros, monges, camponeses, leprosos, etc. (afinal, a morte não respeita ninguém). Também eram feitas representações cênicas, com pessoas disfarçadas de personalidades famosas e personificando inclusive a morte, à qual todos deveriam chegar. Possivelmente, a tradição de pedir um doce, sob ameaça de fazer uma travessura (trick or treat, "doce ou travessura"), teve origem na Inglaterra, no período da perseguição protestante contra os católicos (1500 1700). Nesse período, os católicos ingleses foram privados dos seus direitos legais e não podiam exercer nenhum cargo público. Além disso, foram lhes infligidas multas, altos impostos e até mesmo a prisão. Celebrar a missa era passível da pena capital e centenas de sacerdotes foram martirizados.Produto dessa perseguição foi a tentativa de atentado contra o rei protestante Jorge I. O plano, conhecido como Gunpowder Plot ("Conspiração da pólvora"), era fazer explodir o Parlamento, matando o rei, e assim dar início a um levante dos católicos oprimidos. A trama foi descoberta em 5 de novembro de 1605, quando um católico converso chamado Guy Fawkes foi apanhado guardando pólvora na sua casa, tendo sido enforcado logo em seguida. Em pouco tempo a data converteu se numa grande festa na Inglaterra (que perdura até hoje): muitos protestantes a celebravam usando máscaras e visitando as casas dos católicos para exigir deles cerveja e pastéis, dizendo lhes: trick or treat(doce ou travessuras). Mais tarde, a comemoração do dia de Guy Fawkes chegou à América trazida pelos primeiros colonos, que a transferiram para o dia 31 de outubro, unindo a com a festa do Halloween, que havia sido introduzida no país pelos imigrantes irlandeses.Vemos, portanto, que a atual festa do Halloween é produto da mescla de muitas tradições, trazidas pelos colonos no século XVIII para os Estados Unidos e ali integradas de modo peculiar na sua cultura. Muitas delas já foram esquecidas na Europa

Zombie


Um zumbi é uma criatura fictícia que aparece nos livros e na cultura popular tipicamente como um morto reanimado ou um ser humano irracional. Suas origens tem raízes no sistema de crenças espirituais do Vodu afro-caribenhos, que contam sobre mortos que são escravos controlados por um poderoso feiticeiro.
Esta criatura é um ser humano dado como morto que, segundo a crença popular, foi posteriormente desenterrado e reanimado por meios desconhecidos. Devido à ausência de oxigênio na tumba, os mortos vivos seriam reanimados com morte cerebral e permaneceriam em estado catatônico, criando insegurança, medo e comendo os vivos que capturam. Como exemplo desses meios, pode-se citar um ritual necromântico, realizado com o intuito maligno de servidão ao seu invocador.
A figura dos zumbis ganhou destaque no gênero de filme de terror, principalmente nos filmes de George A. Romero no qual se destaca o de 1968 "Night of the Living Dead".

Manifestações relacionadas

Os zumbis são, freqüentemente, tema de filmes principalmente de terror, videogames como left 4 dead, canções, livros e outras manifestações populares. Entre estas destaca-se o evento denominado Zombie Walk, no qual os participantes caminham, trajando vestes rasgados e cheios de sangue.

Pacto com o diabo com Lúcifer na internet

Não postado no terror666 o s fantasmas na garrafa que foram vendidos
mas agora existe outra coisa bizarra à venda na internet,
um pacto com Lúcifer
"Tenha sucesso, dinheiro, fama, fortuna e muito mais." É o que um anúncio no site de leilões MercadoLivre pela quantia de R$ 13.666. O internauta responsável pela venda, que mora em Brasília, já recebeu quase 18 mil acessos no seu produto, mas apenas um comprador pelo portal.

O anunciante revela que quem comprar o pacote "ganha o que quer e os espíritos também. Isso é um pacto".

"Aceita trocas?", escreveu um dos internautas, nos comentários do vendedor. "Deus altíssimo tem algo muito melhor para lhe dar", discorda outro. O pagamento da mercadoria pode ser feito por meio de cartão de crédito. De acordo com o responsável pelo anúncio, o preço é negociável.





Agosto o Mês do Diabo



O mês agosto é conhecido como o mês do desgosto. Não se sabe qual a origem exata desta crendice. Sabemos que foram os romanos que chamaram ao oitavo mês do ano de Agosto em homenagem ao imperador Augusto. Até os romanos naquela época, já acreditavam no mau agouro deste mês, período em que uma criatura horripilante cruzava os céus de Roma expelindo fogo pelas ventas.

É no mês de agosto especificamente no dia 24 que se comemora o martírio do apóstolo São Bartolomeu (Natanael). As conversões ao cristianismo que ele promoveu na Armênia, provocaram a inveja dos sacerdotes locais, fato que motivou sua execução; primeiro lhe tiraram a pele e depois o decapitaram. (em 24 de agosto de 51 d.C)














São Bartolomeu (repare no capeta no seus pés)





























Massacre do dia 24/08


Esta data também ficou gravada na História, quando em 24 de agosto de 1572, por ordem de Catarina de Médici, ocorreu o massacre da noite de São Bartolomeu. Esta matança praticamente dizimou os huguenotes.



Já deu para perceber que o dia 24 de agosto é associado ao mal, não por tanto, que esta data é considerada o “dia do Diabo”: Quando Jesus deu sua promesa que iria dar a Pedro as chaves que ligava e desligava as coisas do céu (Mateus 16:19) e logo em seguida chama Pedro de Satanás - “Jesus disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás!” (Mateus 16:23). Assim como foi prometido, Pedro passou a ter as chaves do céu e do inferno. De acordo com a lenda é em agosto que o inferno é aberto por ele e no dia 24 o próprio Diabo é libertado. (de onde originou-se expressão “o Diabo está solto). Ficando como função para São Bartolomeu, colocar o Diabo novamente no Inferno.



No Brasil 24 de agosto é dia de todos o Exus no candomblé. Exus são orixás mensageiros, toda hora associados aos demônios pelos católicos e evangélicos.

O dia da sogra é comemorado em 28 de abril, porém, a popular tradição nordestina prefere comemorar a sogra no dia em que o Diabo se solta do Inferno, 24 de agosto.

Uma tradição portuguesa era não se deve casar em agosto . A Crença que chegou ao Brasil pelos colonizadores portugueses já foi trazida em ditado popular :"Casar em agosto traz desgosto' .

A única data nefasta que poderia ser comparada ao “dia do Diabo” segundo os supersticiosos, seria uma Sexta-feira 13,em agosto, noite em que as bruxas se associam a magia-negra e a demônios. Neste ano de 2010, em Montalegre, Portugal, a data vai ser comemorada em grande estilo.

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