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Suposto serial killer teria mutilado onze pés encontrados na praia


Um caso vem intrigando a policia canadense desde 2007, 11 pés humanos foram encontrados boiando nas praias da Colúmbia Britânica - oito apenas em Vancouver e três em Washington. Todos calçando tênis.

Há várias hipóteses em torno do caso, como um assassino em série,onde sua assinatura seria os pés das vítimas a maioria calçando tênis da Reebok, o então apelidado de "Matador Reebok". A outra hipótese é de que os restos dos corpos podem ser resultados de várias ocorrências sem relação, não necessariamente cometidas por um assassino. Pois quando o corpo entra em decomposição, soltam-se as partes, os tênis, como boiam podem ter levado as partes até a costa.


Será que temos um serial killer ativo?

Crianças assassinas

Eric Smith

Eric tinha 13, era o típico garoto tímido. Foi acusado de matar um menino de 4 anos, Derrick Robie, o estrangulando, levando pedradas e até abusada com um bastão. Eric não conseguiu dar uma resposta para convencer a polícia. A psiquiatria o diagnosticou com transtono explosivo intermitente(onde ele não pode controlar sua raiva interior). Ele está na prísão a seis anos, e a sua liberdade condicional negada 5 vezes.


Joshua Phillips


Enquanto o garoto estava na escola, sua mãe encontrou o corpo de Maddie Clifton, um vizinho de oito anos, desaparecido a sete dias. Seus pais não acreditaram, pois quando o garoto desapareceu, ele se manifestou para ajudar a procurar, ele tinha 14 anos quando cometeu o assassinato. Foi sentenciado com prisão perpétua.

George Stinney

George Stinney de 14 anos, foi condenado por assassinar duas meninas, Betty Binnicker, de 11 anos, e Maria Emma Thames, de oito anos. Ambas foram encontradas em um bueiro, cheio de lama. Elas sofreram fraturas no crânio, George confessou os crimes e disse que os cometeu pois Betty recusou a ter relações com ele. Sua pena foi morte na cadeira elétrica.

Lionel Tate

A mãe de Lionel, enquanto trabalhava de babá, deixou a garota Tiffany Eunick com seu filho, enquanto foi ver tv no andar de cima. Após uns minutos, Lionel chamou sua mãe, dizendo que a garota não estava respirando. A morte da garota foi atribuida a uma pisada forte, que dilacerou o seu fígado,e traumatismo craniano, fratura nas costelas inchaço no cérebro causado pelo espancamento. Depois de ser preso em regine fechado, Tate está em liberdade condicional.


Barry Loukaltis Dale



Na Frontier Middle School ocorreu um tiroteio na aula de álgebra. O garoto Barry Loukaltis Dale, de 14 anos, tirou a vida de três pessoas (dois alunos e um professor) e causou uma lesão grave em um aluno. Antes do tiroteio., Barry estava vestido de preto como um pistoleiro do Velho Oeste carregava consigo as armas de seu pai, um rifle calibre 30, uma pistola calibre 357 e uma pistola calibre 25. Os estudantes foram mantidos reféns durante 10, depois um professor de ginástica o controlar.

Barry tinha um histórico de doenças mentais e problemas disfuncionais em sua família. E sempre quando ocorre esse tipo de assassinato, muitos alegaram que Barry foi influenciado pela música do Pearl Jam e o vídeoclipe "Jeremy". No vídeo mostra um jovem problemático que comete suicídio na sala de aula. Também foi relatado que ele disse: "Esta álgebra está certa não é?". Esta é uma frase de um romance do autor Stephen King. No livro, o protagonista mata dois professores e mantêm reféns na aula de álgebra. Barry está cumprindo duas penas de prisão perpétua, com um adicional de 205 anos de prisão.

Conheça as mulheres mais perversas do mundo

Quando se trata de homens perversos, primeiramente viria em mente nomes como Stálin, Hitler, Pol Pot, Ivan, o Terrível. E enquanto as representantes do sexo feminino? Esta é uma oportunidade de conhecer as mulheres mais perversas que existiram.

Condessa Elizabeth Báthory de Ecsed (1560 – 1614)



Vários nobres de sangue azul cometeram várias atrocidades ao logo da história, mas a Condessa Elizabeth foi uma das únicas mulheres da realeza a se tornar serial killer. estima-se que a húngara foi acusada de torturar e matar 80 garotas, com a ajuda de quatro pessoas. Mas testemunhas afirmaram que 650 cabeças de jovens donzelas rolaram por causa da condessa.
Ela nunca foi condenada pelos seus crimes como deveria, apenas, em 1610, foi submetida a uma espécie de “prisão domiciliar” em um castelo na Eslováquia. Permaneceu quatro anos, até falecer.
Como se não bastasse ela tinha o bizarro costume de se banhar no sangue de moças virgens para manter a sua juventude. Por isso muitos a consideram até uma vampira.

Delphine LaLaurie (1775 - 1842)

Conhecida também como Madame LaLaurie, ela foi uma socialite de Nova Orleans. Por causa de um incêndio na cozinha de sua mansão, em abril de 1834, os bombeiros encontraram mais do que labaredas por lá.
Nos escombros, encontraram dois escravos acorrentados. A dupla – que havia começado o fogo pra chamar atenção – levou os bombeiros para o sótão, onde havia mais ou menos uma dúzia de outros escravos presos nas paredes e no chão.
LaLaurie Fazia "experiências" cruéis com suas vítimas. Elas sofriam amputações, tinham bocas costuradas e sexos trocados . Teve boatos de que ela até executou uma cirurgia bizarra para transformar um dos escravos em caranguejo, realocando os membros de seu corpo. Infelizmente, a justiça tardou e falhou – Delphine nunca foi pega pelos seus crimes.


Ilse Koch (1906 – 1967)



Apelidada de “a maldita de Buchenwald”, Ilse foi casada com Karl Otto Koch, membro da SS, e superou o marido no quesito sadismo.
Ela ficou conhecida por ostentar uma coleção um tanto quanto sinistra. Enfeitava as cúpulas das lamparinas de sua casa com a pele de presos com tatuagens. Além disso, dizem que a mulher tinha o costume de andar nua pelos campos de concentração armada com um chicote: aquele que ousasse olhar para ela duas vezes era castigado. Ilse foi presa no fim da guerra e acabou cometendo suicídio em sua cela, enforcando-se.

Mary Ann Cotton (1832 – 1873)



Aos vinte anos de idade, ela se casou com William Mowbray e começou uma bela família, teve cinco filhos. Porém, quatro deles morreram com “febre gástrica e dores de estômago”. na época ninguém havia suspeitado.
Mary Ann teve outros três filhos, que por "coincidência" também faleceram. Logo em seguida, seu marido também faleceu por causa de uma “doença intestinal”, em 1865. A inglesa recebeu um dinheiro de pensão, depois, casando-se com George Ward logo depois. Só que George morreu do mesmo mal que William, assim como os dois últimos filhos da mulher.
Finalmente a imprensa estranhou. Pesquisaram o passado de Mary Ann e desenterraram um histórico impressionante: ela tinha perdido três maridos, um amante, um amigo, a mãe e os doze filhos – todos de febre gástrica. Resultado? Ela foi enforcada lentamente em 1873 por homicídio causado por envenenamento.


Belle Gunness (1859 – 1908)

Uma serial killer que era, literalmente um mulherão, media 1.83m. Belle impunha respeito e metia medo em Chicago. A norueguesa cometeu crimes parecidos com Mary Ann só que desta vez, movida pela ganância.
Ela matou seus dois maridos e todos os filhos que nasceram dos casamentos, além de inúmeros namorados e pretendentes. Tudo para pegar o dinheiro dos seguros de vida, ou seus dinheiro. Há boatos que, no total, foram mais de 20 vítimas, mas só conseguiram confirmar meia dúzia de mortes, incluindo a das suas duas filhas, Myrtle e Lucy.
A matadora não foi julgada e muito menos presa. Morreu supostamente em um incêndio criminoso, mas o corpo estava sem a cabeça – que nunca mais foi encontrada. Além disto, o laudo percebeu que o cadáver ali na maca era um pouco menor do que Belle. Será que ela ainda está solta? Cuidado com quem vão paquerar leitores homens!!!

Katherine Knight (1955 – )

Katherine foi a primeira mulher australiana a ser sentenciada a prisão perpétua – graças ao seu histórico criminal recheado de violência.Ela basicamente quebrou os dentes de um ex marido, degolou o cachorro filhotinho na frente de outro marido e perfurou o estômago do terceiro com uma tesoura.
Mas o homem que teve menos sorte foi John Charles Thomas Price, um namorado que acabou morrendo com uma faca de açougueiro enterrada no corpo – trinta e sete vezes. Enquanto dormia.
E como se não bastasse, Katherine pegou o corpo, esfolou a pele ensanguentada dele e pendurou-a na porta da frente. Cortou a cabeça e colocou-a na panela de fazer sopa e, para finalizar, assou as nádegas do homem! Ela ainda fez um molhinho e uma salada para acompanhar e estava preparando a mesa do banquete para os filhos dele quando a polícia chegou.

Fonte:super interessante

Serial Killer- Gary Ridgway





Ridgway nasceu em uma família aparentemente comum no estado de Utah. Sua mãe era dominadora, queixava-se de seu comportamento, porém ele era obediente e apegado aos pais, tinha um irmão mais velho e uma irmã mais nova. Ridgway não tirava boas notas na escola

Por cerca de 30 anos, trabalhou em uma firma de pintura de camionetes. Era meticuloso.

Seus parentes e conhecidos, diziam que Gary era amistoso, um pouco fechado, conversava sobre qualquer assunto por um grande período de tempo, menos de sua vida pessoal. Às vezes fazia brincadeiras sobre como capturar andarilhos.

Seus Hobbies eram caçar e de pescar. Serviu a Marinha por dois anos. Em 1970, casou a primeira vez. Tentou ser policial, mas não teve sucesso.

No ano de 1975 teve um filho com sua segunda esposa.

Suas ex-mulheres e outras ex-namoradas falaram que seu apetite sexual era insaciável. Às vezes, queria as vezes ter relações sexuais em lugares nada discretos, inclusive em locais onde corpos foram depositados.

Seu casamento à época em que foi pego era estável, já durava mais de uma década. Começaram a se encontrar em 1985 e casaram-se 3 anos depois. Quando ele foi pego, em seu primeiro depoimento ela disse não acreditar: “Ele sempre foi tão gentil… e carinhoso…” Ela só foi acreditar que ele era mesmo o assassino 2 anos após sua captura, quando ele confessou todos os crimes. (Eles se divorciaram, mas ele continuou a escrever a ela, da prisão – cartas afetuosas. Em uma, pede a ela que sempre que escutar a música tema do filme “Titanic”, lembre-se dele, que era muito grato a tudo o que ela fez por ele.)

Gary tinha uma relação de amor e ódio com prostitutas. O ódio talvez viesse de sua religião, sendo fanático. A ex-mulher afirmou que às vezes ele chorava com sermões ou lendo a Bíblia. Também ia de porta em porta pregar para a Igreja Pentecostal. Sobre as prostitutas, disse que causavam nele “o mesmo que a droga causa no viciado”.

Não há tantas informações de sua vida porque a maioria de sua família se fechou perante os repórteres.

Começo dos crimes


Os casos só foram solucionados depois de anos a partir de técnicas modernas de investigação, chamado de "Green River Killer" (assassino do rio verde), que ganhou esse nome por vários corpos das vítimas serem encontrados no rio Green, no estado de Washington.
Os primeiros corpos foram encontrados quando um homem de bote pelo rio havia encontrado algo na água. Inicialmente achou que fosse um manequim e tentou movê-lo com o remo, porém, ao cair na água viu que tratava de um corpo de uma mulher negra. Em seguida, encontrou outro corpo no local. Assustado, chamou a polícia. Quando a polícia chegou, encontrou ainda mais um corpo.

As três vítimas tinham o mesmo padrão, foram estranguladas, dentro da vagina delas, pequenas pedras.. A última vítima tinha desaparecido não haviam 24 horas. A primeira, há duas semanas, e já devia estar morta há cerca de sete dias. A segunda, há menos tempo.



Logo em seguida, dois corpos de mulheres estranguladas já haviam sido encontrados no rio há algum tempo, em datas separadas.Nem todos os corpos estavam no rio, meses antes, o corpo de uma mulher havia sido achado em um lote, distante do rio. A princípio, não se ligou este crime aos assassinatos do Green River, mas depois mudou-se esta ideia. Uma força-tarefa enorme foi montada: não bastava descobrir o assassino – era necessário pará-lo. Os especialistas do FBI, John Douglas e Robert Keppel, já conhecidos por resolverem no caso do serial killer Ted Bundy, foram chamados.

inicialmente foi descoberto que algumas das vítimas eram conhecidas umas das outras, e estavam envolvidas com prostituição. Muita informação chegou aos investigadores, que se acharam perdidos, pois eram dados conflitantes. As tentativas de se obter informações interrogando nos pontos de prostituição foram difíceis, pois as moças eram relutantes em contatar com a polícia. Duas ajudaram, contaram histórias semelhantes, de que um homem, em uma camionete azul com branca, havia as abordado com um revólver e as estuprado, em ocasiões distintas.

Suspeitos
O dono da camionete foi encontrado. Mas ele não correspondia, afinal, ao padrão, pois deixou as vítimas escaparem. Além disso, tinha bons álibis que não correspondiam com as datas dos assassinatos. Por fim, enquanto ele era investigado, uma mulher grávida de 8 meses desapareceu. Ela também freqüentava zonas de prostituição.

Pouco antes dela, mais duas mulheres haviam sumido.

As suspeitas recaíram sobre uma das várias pessoas que se ofereceram para ajudar a polícia, um taxista. Ele preenchia o perfil do criminoso feito pelo FBI – por exemplo, poder deslocar-se com facilidade, de ter conhecimento da região e etc., também conhecia grande parte das vítimas. Por falta de evidências, a polícia não pôde prendê-lo. Mas ele continuou a ser investigado.

No mês de setembro, mais um corpo encontrado. Até abril do ano seguinte, nada menos que 14 mulheres sumiram. A grande maioria, prostitutas, em torno dos 15 a 23 anos. Mas também caronistas. O namorado da última vítima, Marie Malvar, também prostituta, testemunhou, dizendo que a viu entrar em uma camionete preta. Parecia que ela e o motorista brigavam, e o namorado tentou seguir o veículo, mas acabou o perdendo de vista em um sinal. Já que ela não retornou, entrou em contato com a polícia.

O namorado da vítima encontrou dias depois a mesma camionete. Desta vez conseguiu segui-la descobrindo o endereço do proprietário: Gary Ridgway. Em seguida, contatou a polícia novamente.

Detector de mentiras
Abordado pelos agentes, Ridgway disse que nunca viu na vida Malvar. A polícia se deu por satisfeita. Depois, Gary Ridgway passou pelo polígrafo e não foram detectadas mentiras.

Outros desaparecimentos ligado a uma camionete parecida foram relatados, mas os dados nunca foram plenamente cruzados.

Suspeitos demais, desaparecimentos demais ainda ocorrendo…

FBI enviou agentes para dar um maior apoio à investigação.

Uma vítima foi encontrada com uma "assinatura" um pouco diferente do padrão. Um peixe no pescoço, outro em um seio, uma garrafa na vagina e um pedaço de carne em uma mão. Os meses seguintes, a rotina de desaparecimentos de prostitutas e corpos encontrados estrangulados continuaram. Mas o assassino mudara o local em que escondia os corpos. Começou a usar depósito ilegais de lixo ou locais semelhantes, e cobria as vítimas com arbustos e folhas secas.

No começo de 1984, todo o trabalho de investigação foi reformulado. No meio do ano, os crimes decresceram. Em agosto, dois criminosos presos confessaram os crimes. Porém eram farsantes, estavam mentindo.

Ajuda de um serial killer

Ted Bundy, um notório serial killer se ofereceu para ajudar o agente Keppel. Keppel aceitou a oferta chegando até mais tarde a escrever o livro “The riverman – Ted Bundy and I hunt for the Green River Killer” – “O homem do rio – Ted Bundy e eu caçando o Assassino do Rio Verde”. Segundo o agente, sua ajuda foi muito fundamental, oferecendo uma visão criminosa da mente de um assassino em série.

No fim do ano, a contagem de mortes atribuídas ao homicida era 31, além de 14 desaparecidas.

Em 85, corpos possuindo o mesmo padrão começaram a ser encontrados em outro estados.

O agente Douglas, re-examinando as evidências, achou que existiam dois serial killers, isso passou em sua cabeça pelo modo como os corpos eram dispostos: um deixava mais em áreas expostas, outro preocupava-se mais com a ocultação.

Um corpo foi encontrado. Mais um. Desta vez, apenas o corpo, sem a cabeça. A cabeça havia sido encontrada há muito tempo: dois anos antes.

A pressão da imprensa e dos cidadãos sobre a força-tarefa era imensa. Afinal, eram três anos com ondas de crimes sem solução, e nada do único resultado esperado: a captura do assassino. A força-tarefa chegou a ser ridicularizada.

Em 1987, a polícia voltou a suspeitar de Gary Ridgway. Muitas evidências o ligavam aos crimes. Mas, novamente, faltava uma prova e ele foi mais uma vez liberado.

Corpos ainda eram encontrados, mas de crimes ocorridos há muito tempo. Recentemente, não haviam mais desaparecimentos.

No ano de 1988, mortes de prostitutas, mais de 20, começaram a ocorrer na Califórnia, na cidade de San Diego. Suspeitou-se que o homicida do Green River pudesse ter se mudado de local.

Surge um novo suspeito, um ex-prisioneiro, agora estudante de Farmácia. Em sua casa, armas, cartões de crédito e carteiras de motoristas falsas. Mas falta provas. Pelo contrário, na investigação acharam foi álibis para ele.

Em 91, a “força-tarefa” já era de um homem apenas, pois os crimes haviam rareado. Mas a contagem já batia em quase 5 dezenas de mulheres assassinadas. Cerca de 15 milhões de dólares foram gastos na investigação. E nada…

O assassino com o tempo desapareceu, e por grande tempo o caso não foi solucionado.

Dez anos se passaram. Um novo xerife local, resolve reabrir o caso. Quem sabe, com a tecnologia superior e mais moderna.

Recolheu-se o sêmen encontrado no corpo de três vítimas daquele início dos anos 80. E o de alguns suspeitos, recolhido também anos antes. Entre estes, Gary Ridgway.

Em setembro de 2001, o laboratório confirma: o sêmen nas vítimas era o mesmo de Ridgway. Em novembro, ele foi pego. Estava trabalhando em uma companhia de informática. Naquele ano, havia tido um outro problema com prostitutas, um tempo antes da captura final.

Na época dos crimes, o sêmen indicava apenas o tipo sangüíneo do indivíduo. Ou seja, era muito pouco para provar. Servia apenas para descartar suspeitos, mas não para indicar ao culpado. Atualmente, o exame indicava DNA.



A confissão
Inicialmente, Gary Ridgway negou todas as acusações. Mesmo tendo sido interrogado por mais de 100 horas!

Para escapar da pena de morte, ele negociou a confissão. Em novembro de 2003 ele finalmente confessou, por escrito, dizendo cometer 48 assassinatos. Tornou-se, assim, oficialmente o serial killer mais prolífico dos EUA, superando Gerald Eugene Stano, que cometeu 41 assassinatos.

Essa negociação irritou muitos familiares de vítimas, assim como grande parte dos cidadãos. A pergunta no ar era: se um homem que matou 48 mulheres escaparia da pena de morte?

Contudo, havia a possibilidade de que fosse condenado à morte em outro estado. Assim, ele disse que matou todas no mesmo estado.

Listou os motivos para ter escolhido prostitutas como vítimas: porque eram vítimas fáceis e porque as detestava. E apontou um motivo curioso: porque queria ter sexo com elas sem ter que pagar.

Muitos suspeitam que o número de vítimas possa ser bem maior, apoiados na pré-suposição de que “um serial killer nunca pára de agir”.

A lista mais atualizada de vítimas mostra que o primeiro homicídio conhecido aconteceu em janeiro de 82. O segundo, em julho. Então, neste mês, ele começa a matar com frequência. No auge dos seus crimes, chegou a matar duas no mesmo dia. Em 84, os assassinatos diminuem até cessar. Ocorre um em 86 e um em 87. Então, mais um em 1990 e mais outro apenas 8 anos depois.

Há uma possível sobrevivente dele, que ele pode ter largado achando ter matado.

Gary Ridgway diz ser difícil lembrar-se de todas as vítimas. De muitas, não soube como se chamavam. E por serem tantas, de umas nem lembra o rosto!

4 instrumentos de tortura

1 - Splitter Knee







Uma tortura popular durante a Inquisição, faz o que o seu nome diz: Divide o joelho da vítima tornando-a inútil. Construído a partir de dois blocos de madeira cravados, o divisor de joelho é colocada em cima e atrás do joelho de suas vítimas. Dois parafusos grandes juntam os blocos que quando fechados destroem o joelho da vítima. Esse dispositivo também pode ser usada para infligir danos a outras partes do corpo como os braços.


2 - Tortura Caixão





Este dispositivo foi usado na Idade Média. O condenado seria colocado no caixão de metal e deixados lá para a quantidade de tempo adequado. Dependendo do crime, a pessoa poderia ser deixado lá para morrer, enquanto que os animais comeram sua carne ou eles seriam colocados em exposição pública, o que causaria sua morte.As pessoas que rodeiam a pessoa no caixão jogaria pedras e picar a pessoa com os objetos, até que finalmente tornou-se falecido.


3 - A Roda






A roda é um meio de execução medieval onde a vítima era firmemente amarrada pelas mãos e pés. O carrasco em seguida utilizava um enorme martelo para lenta e metodicamente esmagar os ossos dos braços e pernas do condenado. O verdugo tinha o especial cuidado de não desferir golpes mortais.A perícia do executor era avaliada da seguinte forma: se os golpes quebrassem os ossos e não rasgassem a pele ele seria aplaudido pela multidão. O objetivo era que não existissem fraturas expostas nem sangue.Quando os ossos da vítima estivessem todos quebrados, os seus membros seriam literalmente enrolados nas extremidades da roda. A roda seria então erguida horizontalmente e colocada numa estaca onde a vítima agonizante, esperaria uma morte lenta.



4 - The Rack (O potro)





Era Uma espécie de mesa com orifícios laterais. A vítima era deitada sobre a mesa e seus membros, (partes mais resistentes das pernas e braços, como panturrilha e antebraço), presos por cordas através dos orifícios. As cordas eram giradas como uma manivela, produzindo um efeito como um torniquete, pressionando progressivamente os membros do condenado.
Na legislação espanhola, por exemplo, havia uma lei que regulamentava um número máximo de cinco voltas na manivela; para que caso a vítima fosse considerada inocente, não sofresse seqüelas irreversíveis. Mesmo assim, era comum que os carrascos, incitados pelos interro- gadores, excedessem muito esse limite e a vítima tivesse a carne e os ossos esmagados.

Cidade fantasma: Oradour-sur-Glane


Oradour-sur-Glane é uma comuna francesa situada no departamento de Haute-Vienne, na região Limousin.
A cidade tornou-se famosa por ter sido o local de um dos maiores massacres cometidos pelos soldados nazistas da Waffen-SS durante a Segunda Guerra Mundial.
Dias após o desembarque das tropas aliadas na Normandia em 6 de junho de 1944, no que ficou conhecido como Dia D, tropas alemães estacionadas na França dirigiam-se aos locais de desembarque para travar combate com as forças aliadas. Uma delas, a 2ª Divisão Panzer SS Das Reich, da Waffen-SS, as tropas de combate de elite da SS, atravessava boa parte do país em direção à costa, tendo sido diversas vezes fustigada no caminho por sabotagens e ações da resistência francesa, os maquis.


Em 10 de junho de 1944, nas proximidades da vila de Oradour-sur-Glane, o comandante de um dos batalhões da divisão, Sturmbannführer Adolf Diekmann, comunicou a seus oficiais subordinados que havia sido avisado por dois civis franceses da região que um oficial SS havia sido preso pelos guerrilheiros na cidade e seria executado e queimado publicamente nos próximos dias.


Dentro desta igreja, conservada em suas ruínas exatamente como era em 1944, 452 mulheres e crianças foram queimadas vivas pelas tropas da SS.
No começo da tarde, os pelotões da SS cercaram e fecharam a cidadezinha de Oradour e o comando convocou toda a população para a praça principal a fim de fazer uma verificação de documentos. Homens e mulheres foram separados, os homens levados a celeiros e garagens das redondezas e as mulheres e crianças fechadas na igreja do vilarejo.
Nos celeiros, onde os habitantes masculinos eram esperados por metralhadoras montadas em tripés, todos foram fuzilados e os celeiros queimados com seus corpos dentro. Dos 195 homens de Oradour presos, apenas cinco escaparam. Enquanto isso, outros SS jogavam tochas incendiárias dentro da igreja onde se encontravam trancadas as mulheres e crianças, causando um incêndio generalizado.
Os sobreviventes que tentavam escapar pelas janelas eram metralhados por soldados colocados em posição do lado de fora. Apenas uma mulher, Marguerite Rouffanche, conseguiu escapar entre as 452 mulheres e crianças que morreram carbonizadas na chacina, pulando por um pedaço de janela quebrada pelo fogo sem ser percebida. Após a imolação, a tropa queimou a cidade até o chão. No total, 642 habitantes de Oradour foram mortos pelas Waffen-SS em algumas horas, de um total de pouco mais de mil habitantes.





Dentro desta igreja, conservada em suas ruínas exatamente como era em 1944, 452 mulheres e crianças foram queimadas vivas pelas tropas da SS.

Fonte:Wikipédia

Tuias- curta metragem

Curta metragem para festival tmn-fantas 2008... Um grupo de 5 amigos que viaja pelo país decide parar para descansar numa casa grade e linda, e ao mesmo tempo estranha, que parece estar abandonada. Com o intuito de explorar a casa, para ver se podiam se acomudar, separam-se... Mas o pior começou a acontecer! Começam a morrer, assassinados, um a um, de diferentes formas... Será que não são bem-vindos à casa? Ou será que é algo ainda mais aterrorizador, que põe em duvida os principios da verdadeira amizade? A história tem lugar numa "terra onde (quase) nada acontece..." Tuias! Uma curta a não perder!

Uma curta metragem feita com um (verdadeiro) grupo de amigos, da cidadade de Marco de Canaveses, realizada e editada por Nuno Barros para o concurso de curtas metragens para a tmn!
NOTA: TODA A CURTA FOI FILMADA COM UM TELEMOVEL!
A curta metragem é simples porém vale a pena....

Elizabeth Báthory - Retrato falado

Oi pessoal, hj o post é curtinho, tirado dos retratos falados excelente revista, Mundo estranho, da serial killer e "vampira" Elizabeth Báthory.





Paul Kenneth Bernardo e Karla Homolka



Paul Kenneth Bernardo (Toronto, 27 de agosto de 1964) é um serial killer e estuprador canadense. Em 1993 cometeu aproxidamente 27 estupros e mais 3 em parceria com sua ex-esposa Karla Homolka. Estes três com sua ex-esposa, foram seguidos de homicidio. (o casal chegou a ser apelidado de Barbie and Ken killers)
A maioria de suas vitímas eram mulheres jovens a quem ele perseguia depois de saírem de ônibus tarde da noite. Porém, o que mais chocou no caso foi que os ataques foram filmados, o que posteriormente ajudou na solução do caso.

Bernardo foi preso em 1993, porém condenado apenas em 1995. Ele foi condenado por uma série de crimes, incluindo os dois assassinatos em primeiro grau e duas agressões sexuais graves contra as jovens Leslie Mahaffy e Kristen French, as únicas vitimas confirmadas, na época. A sentença foi prisão perpétua com possibilidade de liberdade condicional após 25 anos. Porém, posteriormente, Bernardo foi declarado como sendo um "deliquente perigoso", o que provavelmente constata que ele nunca será liberado.

No fim dos anos 80 e início dos anos 90 os casos de estupro em um bairro residencial de Toronto no canadá aconteciam com frequência, garotas entre 15 e 21 eram abordadas por um homem com uma faca que as obrigava a praticar vários abusos sexuais, e com o rosto no chão tinham que dizer que o amavam e que eram suas "vadias" e "putas". O agressor usava de extrema força física, que para os investigadores reparavam que ele sentia ódio pelo sexo feminino descontava sua raiva durante os abusos.
Nessa mesma época Jennifer Galliganm procurou a polícia para denuciar seu ex namorado, Paul Bernardo por ameaças, violência e estupro, mas as autoridades não aprofundaram o caso.





Paul nasceu em 1964, o seu suposto pai era violento com a mãe, ela teve um caso com um ex namorado, Paul era fruto desse relacionamento, mas foi registrado como filho legítimo. O pai não-biológico de Paul chegou a abusar de sua irmã, e sua mãe deprimida com sua situação engordou bastante e ficava a maior parte do tempo isolada de tudo no porão de casa.
Paul era um adolescente sociável, chegou a ser escoteiro e era estudioso, mas numa briga com sua mãe ela revelou a verdade sobre seu pai e ele desenvolveu uma relação de agressão verbal e física com suas namoradas. Mas mantinha a vida social normalmente com boas notas e trabalhando como contador.





Karla Homolka nasceu em 1970 e teve duas irmãs. Tinha 17 anos quando conheceu Paul e levava uma vida normal, alguns conhecidos notaram que antes de conhecê-lo, era uma garota com personalidade, mas depois o mundo girava em torno de Paul, mesmo ele morando em outra cidade.



Eles se conheceram em 1987, ela tinha 17 anos e ele 23, num hotel, Paul a cobria de presentes e agrados e logo ela estava apaixonada por ele. Nessa época começaram a ter um relacionamento mais sério.

Os casos de estupro cessaram, pois Paul, já noivo de Karla foi morar em sua casa, mudando-se de cidade. A idolatria de Karla por Paul era tamanha que ela aceitava até mesmo participar de suas brincadeiras sexuais sádicas, que haviam assustado as outras namoradas. Chegava até mesmo a incentivar tais brincadeiras.
(tem uma foto dela amordaçada, mas a nudez tá muito explicita
preferi não postar, afinal...esse é um blog de terror...).


Paul passou a ter uma obssessão por Tammy,com então 15 anos irmã mais nova de Karla, convenceu Karla que ela deveria ser a sua virgem, como compensação por Karla não ser.
Karla então pegou anestésico na clínica onde trabalhava, e no dia 23 de dezembro de 1990, no jantar de natal da família, quando seus pais foram dormir o casal atacou, mesmo com Tammy já desmaiada, Karla jogou anestésico num pano e tapou seu nariz. Eles filmaram tudo, Paul não apenas tirou a virgindade de Tammy como fez várias outros abusos, e fez Karla acariciá-la sexualmente.
Mas Tammy começou a vomitar e teve uma parada cardíaca, o casal escondeu tudo e chamou uma ambulância, mas Tammy já estava morta, parecia uma morte acidental, todos acreditaram que Tammy tivesse bebido e passado mal.



Paul estava revoltado por ter perdido sua virgem e Karla fazia de tudo para consolá-lo, filmaram-se transando no quarto de Tammy, ela fingindo que era a irmã, mas não foi suficiente para Paul, Karla então para "agradar" o marido convida uma amiga para ir a sua casa, lá a embebeda e droga e mostra a Paul a "surpresa", Paul filma enquanto a estupra, e obriga até Karla participar.
A garota acorda sem entender porque passou mal e está sentindo dores.
Em 14 de junho de 1991, Leslie Mahaffy de 14 anos foi a uma festa e não voltou. Os pais acharam que ela tinha fugido de casa como já tinha feito. Uma parte de seu corpo foi encontrada 15 dias depois num bloco de concreto em uma represa, os outros pedaços foram encontrados em outros blocos, o corpo foi desmembrado com uma serra.
Nesse mesmo dia Paul e Karla se casam em uma cerimonia pomposa em que Karla jura amor e obediência a Paul, que na época era um traficante de cigarros dos Estados Unidos para o Canadá.

Paul abordou Leslie quando ela voltava para casa com uma faca, e a forçou a entrar no carro levando-a para sua casa. Karla estava dormindo e quando acordou teve que participar dos jogos sádicos de Paul.
Dessa vez nenhum sedativo foi usado e a menina gritava de dor enquanto Paul a abusava e Karla filmava, Karla aparece no vídeo participando de brincadeiras sádicas usando uma garrafa.
Paul matou Leslie enforcando-a com fios e dividiu seu corpo com uma serra. Karla conta que foi espancada após terem jogado o corpo na represa por não ter usado luvas, e poderia ter deixado digitais no cimento.


Em 30 de novemdro de 1991, Terri Anderson de 14 anos desaparece.
Apenas em maio de 1992 foi encontrado o corpo de Terri, em um lago. Hipótese para a causa mortis, feita pela polícia: afogamento, após embriaguez e uso de drogas – apenas de a menina não ter histórico de uso de drogas.


16 de abril de 1992. Kristen French, raptada no estacionamento de uma igreja. Corpo encontrado nu, o cabelo raspado, 14 dias depois. Sem o seu relógio do Mickey Mouse.
Karla participou deste rapto. Com um mapa, pediu ajuda à garota, que se aproximou do carro. Paul a empurrou para dentro.
Enquanto presa na casa dos dois, Kristen tentou entrar no jogo de Paul, pensando que assim conseguiria escapar. Pelo contrário, isto pareceu tornar Paul ainda mais agressivo. Paul chegou a urinar na garota e tentou defecar sobre ela. Socava a garota, que foi obrigada a dizer várias vezes que o amava.
A sessão de violência durou horas e horas. Quase tudo filmado, menos a hora em que a garota é assassinada, também por estrangulamento com fios.



No início de 1993, após ser bastante espancada por Paul (foi até hospitalizada), Karla pede ajuda a uma amiga. O marido da amiga é policial, e resolve dar seguimento a uma investigação. A polícia interroga Karla, que percebe que eles estão começando a ligar os fatos. E eles percebem que ela tem um relógio do Mickey.



Paul é preso, acusado dos estupros e de dois homicídios. Uma busca em sua casa encontra relatos detalhados de cada estupro, além de muito material (livros e filmes) relacionado a sexo e violência – inclusive o livro “Psicopata americano”, de Bret Easton Ellis, que deu origem ao filme (o personagem tem ações bem parecidas com as de Paul). Também acham um vídeo onde Karla faz sexo com duas mulheres. E uma fita de rap gravada por Paul, “Inocência mortal”, cantando sobre crimes sexuais.
Sabendo das gravações em vídeos dos crimes, a polícia praticamente destruiu sua casa em busca das fitas, mas não as encontrou.


O advogado de Karla conseguiu um acordo, em troca de sua colaboração: doze anos de prisão, no máximo, pela cumplicidade nos homicídios, estando apta para a condicional em três anos. Cumpriria a pena em um hospital psiquiátrico.
Seu julgamento foi amplamente coberto pela mídia. Sua cela tinha pôsteres do Mickey e ela fez um curso, por correspondência, de Psicologia.

Em 1994, Paul Bernardo e Karla Homolka se divorciaram.


Em 1995 começa o julgamento de Paul, seu advogado havia pegado os vídeos, após a revista policial: estavam escondidas sob o teto da casa. Porém, as conversas de Paul e seu advogado estavam sendo gravadas e as fitas foram solicitadas. O advogado abandonou o caso e foi substituído. Assim, o processo se prolongou.
As fitas foram exibidas apenas para os jurados, o público podia apenas ouvir os gritos, os gemidos, as ordens de Paul.


Karla foi convocada como testemunha de acusação. Disse que Paul a obrigava a usar coleira, e participar de brrincadeiras agressivas e sexuais.
Já Paul tentou mostrar que Karla não era nenhuma vítima, pelo contrário: havia sido ela a responsável pela morte das garotas, e que ele nem estava em casa quando elas faleceram – em sua “opinião”, Leslie morreu por overdose e Kristen por enforcamento acidental.
Karla, segundo Paul, era fria (após a morte de Kristen, correra para secar o cabelo, pois iriam jantar na casa de seus pais) e sádica também.
De certa forma, os vídeos comprometiam Karla, pois em muitas cenas ela não parece sofrer com a situação. Ela disse que era obrigada a sorrir, caso contrário, apanharia. Em uma cena aparece dizendo que adorou ver a irmã ser estuprada.




A justiça canadense se viu em apuros, por causa do acordo que havia feito com Karla. Agora havia sérias dúvidas sobre o quanto ela realmente apenas uma “vítima da paixão”.
De fato, durante o cativeiro das garotas, Karla teve oportunidades de fugir – ela chegou a ir trabalhar. E só denunciou os crimes quando viu que a situação poderia apertar para seu lado.
A promotoria, para acusar Paul, disse que Karla era vítima da “Síndrome da Mulher Espancada”: mulheres sob violência psíquica e física constante desenvolvem muito medo de serem mortas por seus companheiros e, assim, tornam-se totalmente submissas a eles.
Paul se manteve calmo durante todo o julgamento e confessou também muitos dos estupros. Foi condenado. No mínimo 25 anos preso, antes de poder tentar a condicional.
O primeiro advogado de Paul, Ken Murray, que escondeu as fitas, foi levado a julgamento, por obstrução da justiça, mas foi inocentado. Segundo ele, a idéia era usá-las contra Karla, deixando primeiramente que ela se fizesse de vítima e depois a desmascarando.
Após o julgamento de Paul, os vídeos foram destruídos, por ordem judicial.
A casa que era do casal teve que ser demolida, pois ninguém queria alugá-la, e outra foi levantada no local.
As mães de Leslie e Kristen colaboram com programas de ajuda a vítimas de crimes.
Karla Homolka conseguiu mudar de nome, passando a se chamar Karla Teale.


(Na foto...as vitimas de Paul com parceria de Karla)


(Misha Collins e Laura Prepon como Paul e Karla)










Há um filme baseado no caso, chame-se karla, paixão assassina, lançado em 2005, estrelado por Misha Collins, como Paul Bernardo e e Laura Prepon como Karla Homolka.

Jovens são mortos com 666 facadas em rito satânico

Em 18 de setembro de 2008 às 16h52, oito jovens foram detidos acusados de matar com 666 punhaladas e comer parte dos corpos de quatro adolescentes em um aparente ritual satânico na Rússia, segundo informações divulgadas ontem pelo jornal britânico Times.
Os detidos têm entre 17 e 19 anos e, ao que parece, embriagaram suas vítimas antes de matá-las a punhaladas, assar pedaços de seus corpos em uma fogueira e comer algumas partes. O grupo estava desaparecido desde junho passado.
Os jovens assassinados, que tinham entre 16 e 17 anos, pertenciam ao movimento gótico e tinham dito a seus familiares que iriam a um festival de música. O grupo teria sido atraído para uma mata próxima à casa do líder satânico Nikolai Ogolobyak, onde foram mortos.
As vítimas foram mortas em dois momentos diferentes. A polícia acredita que, primeiro, foram assassinados Olga Pukhova e Anna Gorokhova, em 28 de junho. No dia seguinte, o grupo teria matado Varya Kuzmina e seu namorado, Andrei Sorokin.
Lenbrando que o blog não apoia qualquer culto ou crença desse tipo, só estou postando por curiosidade e para vocês verem até onde satanistas ao extremo vão.(sei que nem todos satanistas são assassinos, pois conheço pessoas satanistas que não sã assassinos, não estou generalizando todos)

Cartas de Jack, o Estripador são publicadas na Espanha

Javier Terrisse produz livro com documentos que reconstroem diferentes crimes atribuídos ao célebre serial killer


Cento e vinte anos depois de cometer seu primeiro crime em Londres, a Espanha publicou nesta sexta-feira, 9, uma seleção de cartas supostamente escritas pelo célebre assassino Jack, o Estripador. Javier Terrisse é o autor de Obra Seleta, que inclui um grupo de cartas que reconstroem com detalhes os diferentes crimes atribuídos ao misterioso assassino.

Egiptólogo e especialista em Jack, o Estripador, Terrisse viveu durante seis meses no bairro londrino de Whitechapel, onde apareceram mortas várias prostitutas em 1888. O escritor consultou todo o tipo de arquivo para documentar os crimes que aterrorizaram a população na época. Em Obra Seleta, Terrisse e o escritor Gonzalo Torné – que foi encarregado dos aspectos literários – trataram de reproduzir a atmosfera que envolveu os crimes, as lutas internas da polícia e seus métodos, as vidas das prostitutas assassinadas e o ambiente de Londres.

Desde a identidade do criminoso até o número real de vítimas e a causa da morte, existem numerosos interrogatórios abertos que tratam dos assassinatos do Estripador. O número de cartas associadas com o caso passam de cem, e “a grande maioria foi escrita durante o outono de 1888″, afirma o livro. Os documentos foram relatados de diversas formas – com tinta, sangue, algo parecido com a clara de um ovo – e a maioria está assinada, em diferentes caligrafias, por Jack, o Estripador.

Da seleção publicada, a única carta que quase não deixa dúvidas sobre sua autenticidade é a famosa “From Hell” (Do Inferno, em tradução livre), pois foi entregue em um pacote junto com a metade de um rim que logo foi identificado “com quase total certeza” como sendo de Catharine Eddowes, assassinada em 30 de setembro.

Os “estripadorólogos” tradicionais não dão importância para estas cartas, porém Terrisse e Torne acreditam que elas têm “um valor incalculável” para aprofundar o caso e são “nossos únicos caminhos para a realidade do passado”.

A publicação de Obra Seleta coincide com a exposição que será inaugurada no próximo 15 de maio em Londres, no Museu dos Docklands, onde se mostrarão muitos documentos policiais utilizados também pelos autores do livro.

Jack, o Estripador foi um “maestro da ocultação” e por isso “existem centenas de hipóteses flutuando por aí”, afirma Torné, que, como Terrisse, confia que “o caso pode se resolver” algum dia.

Gary Leon R- serial killer documentário

Oiee pessoal!! eu olhe um documentário muito bacana sobre o cérebro dos serial killer, que passou no History Channel, eu não encontrei aqui para postar, mas encontrei esse documentário de Gary Leon para vocês....espero que gostem!









Ed Gein

Ed não se encaixa realmente na definição serial killer, pois apenas foi comprovado duas vítimas. Suspeita-se que ele tenha assassinado mais de dez pessoas


Infância
Edward Theodore Gein nasceu no dia 27 de agosto de 1906, em Lousiania Crosse, Wisconsin, porém após o seu nascimento a família foi morar em Plainfield. Seu pai teve empregos de curtidor e carpinteiro quando não estava trabalhando na fazenda. Sua mãe, Augusta, emergiu como uma pessoa dominante, tomando muitas das decisões da família por si própria.
Augusta não deixava estranhos conversarem com os seus filhos: Ed freqüentava a escola, mas a sua mãe impedia qualquer tentativa que ele para se relacionar com colegas e fazer amigos.
Quando não estava na estudando, Ed dedicava-se à pequenas tarefas na fazenda. Augusta Gein, luterana fanática, ela falava aos filhos que o mundo era um sítio imoral, que bebidas eram do diabo e que todas as mulheres (com exeção dela) eram prostitutas e instrumentos para o demônio se manifestar. Segundo ela, o sexo servia a uma única finalidade, o da procriação. Augusta reservava algum tempo, durante a tarde, para ler a Bíblia para os filhos, escolhendo partes do Antigo Testamento sobre morte, assassínios e castigos divinos.
Ed, levemente efeminado, era alvo de bullying. Os colegas e os professores recordam os seus maneirismos (Ed às vezes ria-se sozinho, como se estivesse a lembrar de uma piada). E sempre que Ed tentava fazer amigos, a sua mãe impedia-o. Apesar do seu fraco desenvolvimento social, ele era bom aluno , especialmente em leitura e economia.
Ed tentava agradar a mãe, porém ela não se sentia feliz com os filhos. Seu costume era insultá-los, dizia que eles seriam um fracasso como o pai. Durante toda a adolescência e parte da idade adulta, os dois rapazes só tiveram a companhia um do outro.
O pai de Ed faleceu em 1940, por causa de um ataque cardíaco.Os dois filhos trabalharam para sustentar a casa, Ed trabalhava de babá para a vizinhaça, pois se relacionava melhor com crianças do que adultos.
Henry, o seu irmão, faleceu após quatro anos em 16 de Maio de 1944, enquanto tentavam apagar um incêndio perto da quinta dos Gein, os dois se separaram para tentar apagar o fogo, então Henry desapareceu. A polícia encontrou o corpo, inicialmente suspeitavam que fora assassinado pelo irmão, mas foi descoberto mais tarde que a causa da morte foi asfixia. Sua mãe sofreu um derrame naquele mesmo ano. Augusta faleceu em 29 de Dezembro de 1945. Ed ficou completamente sozinho e permaneceu na quinta, trabalhava com estranhos serviços. Deixou todas as divisões tal como a mãe tinha deixado, e começou a viver num pequeno quarto ao lado da cozinha. Ed só utilizava este quarto e a cozinha.
Começou a mostrar interesses por livros de aventuras e revistas de cultos à morte e a fazer visitas noturnas ao cemitério local.

Roubos de corpos
Entre os anos 1947 e 1954, Gein freqüentou três cemitérios locais, violando uma estimativa de 40 túmulos em suas visitas noturnas. Ele retirava corpos inteiros ou selecionava partes; poucos corpos retornaram a sua cova. Supostamente tendo a ajuda nos primeiros dias de Gus, um vizinho simplório, Gein continuou as escavações sozinho seu assistente faleceu. Em casa, ele usava os corpos como decorações domésticas. As cabeças eram montadas em colunas da cama e as tampas dos crânios tinham utilidade como tigelas. Ele utilizou móbiles de nariz, boca e lábios e ostentava mamilos pela casa. A pele humana foi diversas vezes utilizada para cúpula, confecções de cestas de lixo e pele para as cadeiras.Os pedaços mais finos eram utilizados como vestes dentro de casa. Para cerimônias, tais como dançar sob a lua, ele usava como máscara uma cabeleira e face de mulher,retirava a parte dos seios e as partes genitais femininas para vestirse. “Colocando” outro sexo e personalidade, Gein parecia encontrar a medida de contentamento, mas suas incursões de ressurreição eventualmente falhavam em satisfazer uma necessidade mais profunda.Os assassinatosNo dia 8 de dezembro de 1954 o coração de Ed batia forte quando entrou na taverna Hogan. Estava aguardando que todos os clientes da taverna se retirassem para ficar sozinho com Mary Hogan, 54 anos, dona da taverna. Ele atirou na cabeça dela com uma arma calibre .32 e levou o corpo até sua caminhonete.quando levou o corpo nos braços podia ainda sentir o sangue correndo pelas veias com pouca intensidade, ainda possuía calor no corpo quase sem vida. Ao recortá-la, já em casa, não cansava de admirar as cores que ainda desenhavam seu rosto. Como era semelhante com sua mãe, Agustina . Fechou os olhos e abraçou-a, quase sentindo o perfume de sua mãe espalhando-se pelo ar. Recortou as partes que precisaria para sua vestimenta e, as guardou. Aquele era seu traje especial e sentiria a feminilidade quando o usa-se. Recortou as partes da genitália de Mary, colocando na caixa de sapato onde tinha várias outras. Ali brilhava a vagina da mãe, pintada de prata, destacando-se em sua superioridade anatômica.Mais tarde separaria alguns ossos que utilizaria na confecção de móveis úteis para sua casa e confeccionaria estofados de cadeiras utilizando pele. Ele retirou algumas partes do corpo de Mary no jantar.
Foi um cliente, que encontrando a taverna abandonada, informou a polícia que Mary Hogan não se encontrava . Havia uma grande poça de sangue no chão e um cartucho calibre .32 jazia ali perto. Gotas de sague guiavam até o estacionamento, até desaparecerem perto de marcas de pneu. que pareciam ser de uma caminhonete. Concluíram que a vítima teria sido baleada e levada dali, mas a polícia foi incapaz de encontrar o culpado. Ninguém reparou que, fisicamente, Mary Hogan era muito semelhante a Augusta Gein. Na verdade, ninguém suspeitava de Ed Gein, que aparentava ser um sujeito inofensivo e irrelevante, quanto mais associá-lo a algum crime. Impensável.
Em 16 de novembro de 1957, o xerife substituto da cidade Frank Worden, retornava à sua casa depois de uma caçada. Morava com a mãe, Bernice, 59 anos, que trabalhava na loja de ferragens da família. Ao chegar perto da loja, estranhou ver tudo apagado e fechado. Chamou pela mãe, mas ele não ouviu respostas. Passou os olhos experientes pelo local e rapidamente notou que a máquina registradora tinha sido levada e havia poças de sangue no chão. Foi até o balcão e verificou as notas de vendas daquele dia, até se deparar com um recibo de um galão de líquido anticongelante escrito pela mãe, no nome de Ed Gein. Ele ligou os fatos e lembrou-se de como Ed, que vivia isolado das pessoas, havia tentado se aproximar de Ed durante o ano, puxando conversa de um jeito tímido, quase infantil. Não dera muita atenção ao fato, mas naquele momento lembrou-se de como contara ao “novo amigo” seus planos de ir caçar naquele dia.a atendente de uma garagem local que disse ter visto uma caminhonete saindo da loja de Bernice às 9h daquela manhã. Frank chamou o xerife Schley, que concordaram em ir até a residência de Gein. Calcula-se que foram encontradas partes de quinze corpos humanos na fazenda de Ed Gein, mas ele nunca conseguiu lembrar-se de quantos assassinatos de fato cometeu. Foi processado apenas pelas mortes de Mary Hogan e Bernice Worden


Prisão


A polícia suspeitou do envolvimento de Ed no desaparecimento de Bernice Worden, em 16 de Novembro de 1957 e então foram até sua residência. O xerife Schley o abordou e pediu que entrasse no carro da polícia, onde ele iria responder algumas perguntas. Edward Gein reagiu de uma péssima maneira, respondendo ao xerife com alguém poderia querer culpá-lo pelo assassinato de Bernice Worden. Foi preso imediatamente, pois ninguém havia mencionado ainda a morte de Bernice, mesmo porque ainda não sabiam seu destino, nem sequer a haviam encontrado. Entraram na propriedade de Ed à noite e descobriram o cadáver da moça. Tinha sido decapitada, o seu corpo estava suspenso de pernas para o ar, os seus tornozelos estavam presos a uma viga. O seu tronco estava vazio, as suas costelas estavam separadas, tal como um veado. Estas mutilações foram feitas quando já estava morta, causada por vários tiros. Sua cabeça e intestinos foram encontrados em uma caixa, seu coração em um prato sobre a mesa da sala de jantar, além de outras partes que cozinhavam numa panela sobre o fogão.
Quando revistaram a sua casa, encontraram:
Crânios humanos empilhados sobre um dos cantos da cama;
Pele transformada num quebra-luz e usada para estofar assentos de cadeiras;
Peitos usados como seguradores de copos;
Crânios usados como tigelas de sopa;
Um coração humano (o sítio onde se encontrava é alvo de discussões: alguns afirmam que estava numa panela no forno, outros que estava num saco de papel);
Pele do rosto de Mary Hogan, proprietária da taberna local, encontrado numa bolsa de papel;
Puxador de janela feito de lábios humanos;
Cinto feito com mamilos humanos;
Meias feitas de pele humana;
Bainha de pele humana;
Caixa com vulvas, que Ed confessou usar;
Cabeças prontas para exposição ordenadas
Várias crianças da vizinhança, das quais Gein ocasionalmente tomava conta, tinham visto as cabeças que Ed descreveu como relíquias dos Mares do Sul, enviados por um primo que tinha servido na Segunda Guerra Mundial. A investigação policial concluiu que eram peles faciais humanas, cuidadosamente tiradas de cadáveres e usadas por Gein como máscaras.
Ed confessou ter violado várias covas de mulheres de meia idade, que eram semelhantes com a sua mãe e levava para casa, onde ele bronzeava as peles, um ato descrito como insano ritual travesti. Ed dise que nunca teve relações sexuais com os corpos, porque, segundo ele, tinham um cheiro horrível.
Gein também afirma ter matado Mary Hogan, que permanecia desaparecida desde 1954. Depois da morte da sua mãe, Gein decidiu que queria fazer uma mudança de sexo. Ele criou uma woman suit (roupa de mulher), que usava para fingir ser mulher.
Art Schley, um dos policiais que interrogou Ed, o agrediu fisicamente, esmurrando a sua cabeça e empurrando o seu rosto contra um tijolo, o que tornou o primeiro depoimento de Gein inadmissível. Schley morreu com um ataque cardíaco um mês depois de testemunhar no julgamento de Ed. Os seus amigos afirmam que Schley estava emocionalmente fragilisado pelos horrores dos crimes.

Julgamento

Após passar dez anos internado em um hospital psiquiátrico, Ed foi levado para o julgamento como culpado pelos crimes, mas mentalmente insano e enviado ao Hospital Estadual Central de Waupon. Em 1978 foi transferido para o Instituto de Saúde Mental de Mendota. Ele era um prisioneiro modelo, sempre era gentil e discreto.

Suspeitas

Edward Theodore Gein é suspeito de ter cometido dez assassinatos, porém permane CE sem provas.
Havia rumores na cidade que ele teria sido convidado para ir à casa de seus vizinhos mais próximos, os Bankses, numa certa vez. Na casa estava uma parenta da família que usava short, e Ed não estava de olho nele. Durante a noite, um invasor arrombou a casa e pegou o filho pequeno da tal parenta pelo pescoço, questionando o garoto se ele sabia o paradeiro da mãe. O intruso ficou atento com um barulho e se retirou mesmo sem ter a resposta do garoto. Ele achou que reconheceu Ed Gein.Geórgia Weckler, 8 anos, nunca mais foi vista depois da aula, estava indo para casa no dia 1º de maio de 1947. A única ligação do desaparecimento com Ed era as marcas de pneu de um carro da marca Ford. O caso foi reaberto depois da prisão de Gein, pois ele tinha um veículo desta marca.
Evelyn Hartley, 15 anos, desapareceu no caminho de sua casa, localizada em La Crosse, Wisconsin. O pai dela, depois de ligar insistentemente do trabalho para casa sem ter respostas, resolveu retornar rapidamente e verificar o que estava acontecendo. Como ninguém atendia a campainha, olhou pela janela e viu um dos sapatos e os óculos da filha no chão da sala. Tentou entrar na casa, mas todas as portas e janelas estavam trancadas, exceto uma: a do porão. Marcas de sangue manchavam a janela, e dentro da residência foram detectados sinais de luta. Chamou a polícia, que encontrou outras provas como, como uma planta amassada com manchas de sangue, uma marca de sangue de mão numa casa vizinha, pegadas e o outro pé do sapato de Evelyn. Suas roupas manchadas de sangue foram encontradas alguns dias depois numa estrada perto de La Crosse, mas seu corpo nunca foi localizado.O irmão de Ed, Henry, foi sugerido como uma possível vítima, visto que não houve necropsia ou investigação de seu falecimento.

Morte
Ed faleceu no dia 26 de Julho de 1984, devido a uma falha cardíaca e respiratória, por causa do câncer, no hospital Mendota Mental Health Institute, onde vivei desde 1978. A sua lápide foi vandalizada diversas vezes, as pessas costumavam a retirar pedaços da lápide de “lembrançinha”. Ela foi roubada em 2000. porém em 2000 ela foi recuperada e removida em Junho de 2001 para o museu em Wautoma, Wisconsin



Curiosidades
filmes como o massacre da serra elétrica,noite do terror, silêncio dos inocentes e psicose são inspirados em Ed
As fotos a seguir não são recomendadas para portadores de doenças cardíacas e pessoas com problemas emocionais
Bernice Worden

Pedrinho Matador

Olé pessoal!!! estavam com saudade dos serial killers? Hoje trouxe uma matéria sobre o serial killer pedrinho Matador, um serial killer brasileiro espero gostem!
Obs:se não está seguindo o blog, SIGAAA
e deixe seu comentário/sugestão





Introdução


Pedro Rodrigues Filho, conhecido como Pedrinho Matador
Ele começou a matar com catorze anos. Hoje acumula mais de cem homicídios, tendo o próprio pai na lista, sendo que 47 pessoas foram assassinadas dentro dos presídios pelos quais passou. Ainda não respondeu por todos os crimes, mas já foi condenado a quase quatrocentos anos de prisão, a maior pena privativa de liberdade já aplicada no Brasil.


Biografia


Pedro nasceu numa fazenda em Santa Rita do Sapucaí, sul de Minas Gerais, com o crânio ferido, resultado de chutes que o pai desferiu na barriga da mãe durante uma briga. Segundo o próprio Pedro, ele teve vontade de matar pela primeira vez aos 13 anos. Numa briga com um primo mais velho, empurrou o rapaz para uma prensa de moer cana. Ele não morreu por pouco.
Aos 14 anos ele matou o vice-prefeito de Alfenas, Minas Gerais, por ter demitido seu pai, um guarda escolar, na época acusado de roubar merenda escolar. Depois matou outro vigia, que supunha ser o verdadeiro ladrão. Refugiou-se em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, onde começou a roubar bocas-de-fumo e assassinar traficantes. Conheceu a viúva de um líder do tráfico, apelidada de Botinha, moraram juntos. Assumiu as tarefas do falecido marido de Botinha e logo foi obrigado a eliminar alguns rivais, matando três ex-comparsas. Morou ali até que Botinha foi executada pela polícia. Pedrinho escapou, mas não deixou a venda de drogas. Arregimentou soldados e montou o próprio negócio.
Em busca de vingança pelo assassinato da companheira, matou e torturou várias pessoas, tentando descobrir os responsáveis. O mandante, um antigo rival, foi delatado por sua ex-mulher. Pedrinho e quatro amigos o visitaram durante uma festa de casamento. Deixaram um rastro de sete mortos e dezesseis feridos. O matador ainda não tinha completado 18 anos.
Ainda em Mogi, executou o próprio pai numa cadeia da cidade, depois que este matou sua mãe com 21 golpes de facão. As facadas não bastaram para se vingar: ele arrancou o coração do pai e comeu um pedaço.
Pedrinho frequentou a cadeia pela primeira vez em 24 de maio de 1973 e ali viveu toda a idade adulta. Em 2003, apesar de já condenado a 126 anos de prisão, esteve para ser libertado, pois a lei brasileira não permite que alguém passe mais de 30 anos preso. Mas, por causa de crimes cometidos dentro dos presídios, que aumentaram suas penas para quase 400 anos, sua permanência na prisão foi prorrogada pela Justiça até 2017. Pedrinho contava com a liberdade para refazer sua vida ao lado da namorada, uma ex-presidiária cujo nome ele não revela. Eles se conheceram trocando cartas. Depois de cumprir pena de 12 anos por furto, ela foi solta e visitou Pedrinho no presídio de Taubaté.
Jurado de morte por companheiros de prisão, Pedrinho é um fenômeno de sobrevivência no duro regime carcerário. Dificilmente um encarcerado dura tanto tempo. Matou e feriu dezenas de companheiros para não ser morto. Um vez em que foi atacado por cinco presidiários, assassinou três e os outros dois fugiram. Já matou colegas de cela por motivos absurdos: Um porque 'roncava demais' e outro porque 'não ia com a cara dele. Para não deixar dúvidas sobre sua disposição de matar , tatuou no braço esquerdo: 'Mato por prazer'
Pedrinho é a descrição perfeita do que a medicina chama de psicopata - alguém sem nenhum remorso e nenhuma compaixão pelo próximo. Os psiquiatras que o analisaram em 1982 para um laudo pericial, escreveram que a maior motivação de sua vida era 'a afirmação violenta do próprio eu'. Diagnosticaram 'caráter paranóide e anti-socialidade'.
Após permanecer 34 anos na prisão, foi solto no dia 24 de abril de 2007. Informações da inteligência da Força Nacional de Segurança indicam que ele foi para o Nordeste, mais precisamente para Fortaleza no Ceará. Mas seu paradeiro na capital cearense é desconhecido desde então.
Graças as leis penais brasileiras, uma pessoa deve ser colocada em liberdade após cumprir 30 anos de prisão.

O Massacre de Columbine

Oiee pessoal!!! amanhã o post irá atrazar um pouco :/mas vai ter postagens sim!
Resumo
O massacre de columbine ocorreu no dia 20 de abril de 1999 no Colorado, EUA, no qula os alunos
Eric Harris e Dylan Klebold, levaram armas e bombas ao colégio, matando alunos e um professor. Após o massacre os atiradores se suicidaram.


na foto as vítimas do massacre






Em 1996 começou a surgir os primeiros sinais de alerta, quando Eric Harris criou um site privado na America Online. O original foi feito para hospedar os níveis de Doom que ele e Dylan Klebold tinha criado, principalmente para os amigos. Harris também fez um blog sobre o site, que incluiu brincadeiras e pequenas entradas de diário sobre o que pensava sobre os pais, escola e amigos. Até o final do ano, o site começou a ter um material mais diferente e logo continha instruções sobre como causar dano, bem como instruções sobre como fabricar explosivos e logs do problema que ele e Klebold estavam causando. Começando no início de 1997, as postagens do blog começaram a mostrar os primeiros sinais de raiva que Harris possuía contra a sociedade. O site de Harris tinha poucos visitantes e não causava preocupações, até final de 1997, que foi quando Dylan Klebold deu o endereço para Brooks Brown, ex-amigo de Harris. A mãe de Brown tinha feito várias queixas para o xerife do condado de Jefferson sobre Eric Harris o amigo do filho, acreditava que ele era perigoso. O site foi começou a ter várias ameaças de morte para Brooks, e Dylan sabia que, se Brooks tinha o endereço, ele faria o seu caminho para sua mãe e, eventualmente, resultar em problemas de Harris. Na verdade, os pais Brooks Brown entraram em contato com o escritório do xerife do condado de Jefferson, e do investigador Michael Guerra, para falar sobre as ameaças que continha nosite. O investigador descobriu que o site também continha ameaças violentas direcionadas a alunos e professores de Columbine. Outro material incluído Harris havia postado a respeito de seu ódio de todas as pessoas em geral e seu desejo de matar aqueles que o irritava. Harris também começou a escrever sobre o cumprimento das bombas de tubo em seu site, bem como uma contagem de arma e lista de ocorrências de pessoas que queria alvo, apesar de nunca ter mencionado o seu enredo. Como Harris tinha admitido ter explosivos, Guerra decidiu escrever um depoimento projeto de um mandado de busca da família Harris, mas nunca foi apresentado. Em 30 de janeiro de 1998, Eric Harris e Dylan Klebold foram pegos com ferramentas e equipamentos que havia sido roubado. Os dois foram presos e assistiram a uma audiência conjunta, onde se afirmaram serem os culpados pelo o roubo. O juiz condenou-os a diversão juvenil, onde fariam várias classes em conjunto, incluindo uma aula sobre gestão de raiva. Harris também começaram freqüentar um psicólogo e continuou a fazê-lo por cerca de um ano. Enquanto no desvio, os dois adolescentes atendidos mandato classes e se reuniu com oficial diversão. Eles colocaram para fora da classe de abuso de substância, apesar da história Klebold, de beber e diluir urina. Ambos Harris e Klebold foram finalmente liberados por terem um bom comportamento, porém sua liberdade era condicional. Harris escreveu uma carta insinuante para o proprietário do equipamento que roubaram, pedindo desculpas sinceras e empatia fingida. Nesse período, ele costumava se vangloriar fazendo anotações em seu diário fingindo estar arrependimento. Harris continuou fazendo tratamento com seu psicólogo, até poucos meses antes do ataque, tudo isso enquanto ele e Klebold traçado, ambos sentiram como se estivessem em guerra contra a sociedade e precisa tomar uma ação para aqueles que odiaram. Pouco depois de sua audiência e Klebold do tribunal, O blog de Harris foi excluído e ele continuou a usar seu website para sua finalidade original da postagens para o jogo Doom. Foi nessa época que Harris começou a escrever seus pensamentos e planos em de papel. Apesar disso, Harris ainda postava uma série em seu site para seus progressos em matéria de recolha de armas e à construção das bombas usadas no ataque. Após o massacre, AOL excluídos permanentemente do site a partir de seus servidores.

Medicação Após Harris reclamou que sentia depressão, raiva e tinha vontade de cometer suicídio em uma reunião com seu psiquiatra, ele foi prescrito o antidepressivo Zoloft. Se queixou dos efeitos colaterais do remédio, que envolvia agitação e falta de concentração ao seu médico, e em abril foi ligado a um medicamento semelhante, Luvox. Na época de sua morte, Harris tinha níveis terapêuticos Luvox em seu sistema. Alguns analistas, como o psiquiatra Peter Breggin, têm argumentado que os medicamentos podem ter contribuído para as ações de Harris. Alegou-se que os efeitos colaterais destas drogas traz aumento da agressividade, perda de remorso, despersonalização e mania. Revistas e vídeos Ambos Harris e Klebold começou a manter diários de seu progresso logo após a sua detenção. A dupla também documentou seu arsenal com fitas de vídeo que foram mantidos em segredo. Jornal entradas revelou que a dupla tinha um plano elaborado por um bombardeio maior que rivaliza com a de Oklahoma City. As entradas constantes Comentários sobre as formas de escapar para o México, o seqüestro de uma aeronave no Aeroporto Internacional de Denver e bater em um prédio em Nova Iorque, bem como detalhes sobre os ataques. Ambos esperava que, depois de sair bombas na cantina parte mais ocupada do dia, matando centenas de estudantes, eles usariam as armas para impedir a figa dos sobreviventes. Então, como viaturas policiais, ambulâncias, caminhões de bombeiros, e os repórteres chegaram à escola, a bomba de conjunto nos carros dos rapazes ia sair, matando o pessoal de emergência, a mídia e oficiais da lei, este plano inicial falhou quando seus explosivos principais não detonação. A dupla também manteve os vídeos que foram utilizados principalmente como documentação de explosivos, munições e armas que tinham adquirido ilegalmente. Nestes vídeos, o atirador também revelou todas as formas elaboradas e criativa dos dois tinha pensado até esconder os seus arsenais em suas próprias casas, bem como as formas que iriam enganar seus pais sobre suas atividades. Alguns vídeos continham imagens do par fazer tiro ao alvo em colinas próximas, assim como fotos das áreas da escola que pretendiam atacar. Em 20 de abril, cerca de trinta minutos antes do ataque, um vídeo final tinha o par de dizeres adeus e pedir desculpas aos seus amigos e familiares.
Armas de fogo Alguns meses antes do ataque, Harris e Klebold conseguiram duas espingardas calibre 12, duas armas 9 milímetros, Um fuzil e duas pistolas que conseguiram através de Robyn Anderson, um amigo , no Gun Tanner Show em dezembro de 1998. Harris e Klebold depois compraram mais uma arma de outro amigo, Mark Manes, para US $ 500. Depois do massacre ele foi detido e preso por vender uma arma para um menores de idade , como foi Philip Duran, que havia introduzido o duo de Manes. Também construiram 99 artefatos explosivos improvisados de diversos modelos e tamanhos, graças as instruções na internet. Eles também serraram os tambores e os seus butts e shotguns, para torná-los mais portáteis . Os dois autores cometeram crimes numerosas leis estaduais e federais, incluindo a Lei Nacional de Armas de Fogo e os Gun Control Act de 1968, mesmo antes o massacre começou. No massacre, Harris usava uma calibre 12 Savage-Springfield 67H espingarda e Hi-Point 995 Carbine 9 milímetros rifle semi-automático com treze revistas 10-redonda, disparou 96 vezes. A Outra arma de Harris, a espingarda, foi disparada um total de 25. Com essa espingarda ele se suicidou Klebold usou uma Intratec 9 milímetros TEC-9 pistola semi-automática fabricada pela Navegar, Inc., com uma 52 -, uma 32 -, e um compartimento 28 redondo. Ele também levou uma calibre 12 Stevens 311D espingarda de cano duplo. Klebold principal arma era o revolver TEC-9, no qual foi disparado um total de 55 vezes. Klebold viria a cometer suicídio por um tiro na têmpora esquerda, com a TEC-9. As 11:10 na terça - feira 20 de abril de 1999, Eric Harris e Dylan Klebold foram a Columbine High School, em carros separados. Harris estacionou no estacionamento Junior estudante e Klebold no lote Senior . A partir desses pontos, dois deles tiveram uma excelente vista da entrada da lanchonete do lado e cada um cobria uma saída principal da escola. Pouco antes de chegar em Columbine, a dupla tinha criado uma bomba de pequeno incêndio em um campo de meia milha de distância da escola. A bomba foi ajustada para explodir às 11:14, e é pensado para ter sido colocado ali como uma diversão para o pessoal de emergência. A bomba fez explodir parcialmente, e causou um minúsculo incêndio que foi apagado pelos bombeiros. Em Columbine, Harris estava perto do carro armados e dois £ 20 (9 kg), bombas de gás propano antes de entrar no bar poucos minutos antes do almoço. A mudança começou, e colocou os sacos de duffel transportando as bombas para dentro. Cada bomba foi configurada para explodir a cerca de 11:17 Coincidentemente, um custodiante removido a fita de vídeo da câmera de segurança, rebobinado, e colocada uma nova fita no slot ao mesmo tempo, eles entraram na lanchonete. Embora o ato de colocar as bombas não foi gravado, uma vez que a nova fita foi iniciada os sacos podem ser vistos claramente. As bombas tinham o poder suficiente para destruir a cafeteria e trazer toda a biblioteca acima desabar, mas eles não conseguiram detonar. Cada atirador voltou para seu carro para esperar até que as bombas explodiram. Tinham planejado de disparar contra estudantes que fogem da escola nas entradas principais, uma vez que as bombas detonadas cafeteria. Como eles retornaram a seus carros, Harris encontrou Brooks Brown, um colega com quem teve recentemente remendada uma série de desentendimentos de longa data. Brown ficou surpreso ao ver Harris sair de um carro com um saco de ginástica. Harris tinha estado ausente de um teste de classe naquela manhã. Brown disse a ele, mas Harris parecia estranhamente indiferente. Harris, em seguida, avisou-lhe, "Brooks, eu gosto de você hoje. Saiam daqui. Vá para casa." Brown, sentindo-se desconfortável, se afastou. Alguns minutos depois, os alunos partem para o almoço Columbine notado Brooks Brown descendo Pierce South Street longe da escola. Enquanto isso, Harris e Klebold se armaram com seus carros e esperaram que as bombas a explodir.
Rodagem começa
Harris e Klebold pegaram suas armas, e juntaram-se a caminhou ao prédio. Eles foram para a parte de cima da entrada oeste , que foi o ponto mais alto do campus. Desse ponto de vista, a entrada da cafeteria do lado estava no fundo da escada, a escola principal West Entrance foi para a esquerda, e os campos de atletismo a sua direita.

Lesões e mortes no incidente inicial
1. Rachel Scott, 17 anos, morto por tiros na cabeça, tronco e pernas em uma área gramada ao lado da entrada oeste da escola. 2. Richard Castaldo, 17 anos, baleado no braço, peito, costas e abdome em uma mesma área gramada. 3. Daniel Rohrbough, de 15 anos, morto por um tiro no peito na escadaria oeste. 4. Sean Graves, 15 anos, levou um tiro nas costas, pés e abdômen na escadaria oeste. 5. Lance Kirklin, 16 anos, baleado com ferimentos na perna, pescoço e mandíbula na escadaria oeste. 6. Michael Johnson, 15 anos, escapou da moita com ferimentos no rosto, braço e perna. 7. Mark Taylor, 16 anos, baleado no peito, braços e pernas na moita. 8. Anne-Marie Hochhalter, 17 anos, baleado no peito, braço, abdômen, costas e perna esquerda perto da entrada do refeitório é. 9. Brian Anderson, 16 anos, ferido perto da entrada oeste por estilhaços de vidro. 10. Patti Nielson, 35 anos, atingido no ombro por estilhaços perto da entrada oeste. 11. Stephanie Munson, 16 anos, baleado no tornozelo dentro do Corredor Norte. 12. Dave Sanders, 47 anos, morreu de perda de sangue após ter sido baleado no pescoço e nas costas dentro do corredor sul.
ás 11:19, alguém ouviu Eric Harris gritar "Go! Go!" Naquele momento, os dois retiraram suas armas e começaram a atirar em Rachel Scott e Richard Castaldo, que estavam em uma colina gramada que ficava a sua esquerda (e ao lado da entrada oeste da escola), para almoçar. Scott foi morto na hora, levou tiros quatro vezes; Castaldo ficou gravemente ferido, baleado oito vezes. Não está certo sobre o autor dos disparos quem levaram Scott para morte. Muitos teorias foram feitas para explicar as causas da violência, incluindo a segmentação possível de cristãos. Tem gente que diz que a dupla primeiro perguntou à Scott se acreditava em Deus, então a matou depois que ela respondeu que sim. O FBI concluiu mais tarde que essa pergunta nunca foi feita. Harris tirou o casaco e pegou sua carabina 9 milímetros semi-automática, com o objetivo é descer a escada oeste. Daniel Rohrbough com dois amigos, Sean Graves e Lance Kirklin, foram subindo a escada logo abaixo dos atiradores. Kirklin relatou ter visto de pé em cima, quando de repente eles começaram a atirar nele. Todos os três caíram feridos. Harris e Klebold, em seguida, virou-se e começaram a disparar para o sul (fora da escola) com os alunos sentados na moita junto à escada, em frente à entrada oeste da escola. Michael Johnson foi atingido, mas continuou correndo e fugiu. Mark Taylor caiu no chão, os aleijados, e jogado morto. Os outros três escaparam ilesos. Como o tiroteio continuou, Sean Graves levantou-se e descer a escada mancando na entrada da lanchonete do lado, onde ele caiu em frente da porta. Klebold desceu os degraus direção à lanchonete. Quando ele desceu, deu um tiro Kirklin Lance mais uma vez no rosto, ferindo-o. Como Daniel Rohrbough lutou descendo as escadas em direção ao fundo da escadaria, Klebold caminhou até ele e atirou nele pelas costas a curta distância, matando-o. Ele então continuou para baixo da escada e entrou na lanchonete, andar sobre os feridos Sean Graves, que estava na entrada do refeitório. Especula-se que Klebold fez isso porque ele estava verificando a ver porque as bombas não tinham propano explodir. Como Klebold entraram na lanchonete, Harris começou a derrubar as etapas em vários alunos sentados perto da entrada do refeitório é, ferindo Anne-Marie Hochhalter como ela tentou fugir. Após alguns segundos, Klebold retornou até a escada para se encontrar com Harris no topo. A entrada oeste da escola depois do tiroteio Os dois então disparou em direção estudantes de pé perto do campo de futebol a poucos metros de distância, mas não atingiu ninguém. Eles jogaram bombas caseiras como eles fizeram o seu caminho para a entrada do Ocidente, nenhum dos quais detonaram. Dentro do campus, professor Patti Nielson, vendo a confusão, caminhou em direção à entrada oeste com o aluno Brian Anderson. Ela queria andar lá fora e dizer aos dois estudantes "Parem com isso", como ela pensava que estava gravando o vídeo ou puxar uma brincadeira. Como Anderson abriu o primeiro conjunto de portas duplas, Harris e Klebold tiro para fora das janelas. Anderson foi ferido por estilhaços de vidro e Nielson foi atingida no ombro por estilhaços. Reagir com medo, ela rapidamente se levantou e correu pelo corredor para a biblioteca, onde começou a alertar os estudantes para dentro, exigindo que eles pato sob mesas e permanecer em silêncio. Ela então marcou 911 e escondeu-se debaixo de balcão administrativo da biblioteca. Brian Anderson ficou para trás, presa entre as portas interiores e exteriores. Logo depois, a cerca de 11:24, um xerife do condado de Jefferson chegou ao local e começaram a atirar Harris e Klebold, distraindo-os da feridos Brian Anderson. Anderson saiu de dentro da área e fez para a biblioteca onde funcionou em uma sala aberta pessoal break, permanecendo lá até o calvário terminou. Despedido Harris dez tiros no policial, que então pelo rádio, em um oficial Código 33 (com necessidade de assistência de emergência). Quando a arma dele saiu correndo de munição, Harris correu para dentro da escola com Klebold. O casal então passou as principais Corredor Norte atirando em qualquer pessoa que viu e jogando bombas caseiras. Enquanto isso, eles atiraram estudante Stephanie Munson no tornozelo. Ela foi capaz de sair da escola e torná-la a uma casa do outro lado da rua. O casal então começou a atirar para fora das janelas para a entrada leste da escola. Após atravessar o salão várias vezes, atirando em todos os estudantes que viram (mas não ferindo qualquer), que voltou para a entrada do Ocidente e virou para o corredor da biblioteca. Momentos antes, o treinador Dave Sanders retirou a lanchonete com uma escada que levava até o segundo andar. A escada estava ao virar da esquina do corredor principal da Biblioteca do Sul Hallway. Ele e um aluno virou a esquina e foram andando pelo corredor Biblioteca quando viram os atiradores vindo ao virar da esquina do corredor Norte. Os dois rapidamente se virou e correu para o outro lado (acredita-se, mas não confirmada, de que Santos estava indo para a biblioteca para ajudar a evacuar os alunos lá). Os atiradores chegaram ao virar da esquina e tiro em ambas, Dave Sanders bater no peito como ele chegou ao saguão do Sul, mas falta o aluno. O estudante correu para a ciência em sala de aula SCI-1 e alertado o professor para dentro. Enquanto isso, os atiradores retornaram para o Corredor Norte. Sanders lutou para a área de ciência, onde o professor levou para a sua sala de aula de ciência SCI-3, onde cerca de 30 estudantes foram fazer um exame. Uma faixa foi colocada na janela que ler "um sangrando até a morte", a fim de alertar a polícia da sua localização. Dois estudantes de administração de primeiros socorros lá e tentou controlar o sangramento com as camisas dos alunos do sexo masculino na sala. Um professor e vários alunos permaneceram em contato com a polícia fora da escola através de um telefone na sala de aula. Todos os alunos na sala foram evacuados em segurança, no entanto, Santos não foi evacuado, e morreu a cerca de 15:00 Ele foi o único professor morto no calvário. O massacre biblioteca Biblioteca vítima Patrick Ireland sendo puxado da biblioteca do Windows após o massacre Como o tiroteio se desenrolava, Patti Nielson estava no telefone com os serviços de emergência, relatando sua experiência, e tentando levar os alunos a cobertura sob a mesa. De acordo com as transcrições, sua chamada foi recebida pelo operador no 9-1-1 11:25:05 O período de tempo entre a chamada a serem respondidas e os atiradores que entram na biblioteca foi de quatro minutos e dez segundos. Antes de entrar, os atiradores atiraram duas bombas na cafeteria da escadaria no Corredor Sul, ambas explodiram. Um pode ser visto nas fitas de segurança. Eles então jogaram outro no corredor de biblioteca, que também explodiu, danificando alguns armários. Em 11:29, Harris e Klebold entraram na biblioteca, onde 52 alunos, dois professores, bibliotecários e dois estavam escondidos. Quando ele entrou, Harris tiro em uma vitrine na extremidade oposta do balcão administrativo, ferindo estudante Evan Todd, que estava escondido debaixo de uma mesa copiadora ao lado da vitrine. Harris, em seguida, gritou para que todos "Get up!" tão alto que ele pode ser ouvido na gravação 9-1-1 em 11:29:18. Funcionários e alunos se esconder nos quartos do exterior biblioteca disseram ter ouvido os pistoleiros coisas proferir tais como "Todos com uma touca branca ou boné de beisebol, stand up! " e "Todos os atletas stand up! Nós vamos começar os caras de chapéu branco!" (Usando um boné branco em Columbine era uma tradição entre os membros da equipe de esportes). Quando ninguém se levantou, Eric foi ouvido a dizer: "Bem, eu vou começar de qualquer maneira!" Os dois então fizeram o seu caminho até o lado oposto da biblioteca, com duas linhas de computadores. Evan Todd utilizou o tempo a esconder-se atrás do balcão administrativo. Kyle Velasquez estava sentado no norte, ; A polícia disse que ele não tinha escondido debaixo da mesa, mas mais tarde foi revelado que ele estava enrolado debaixo da mesa do computador. Klebold atirou primeiro, acertando-lhe na cabeça e nas costas, matando-o. Os atiradores em seguida, definir as suas mochilas, cheios de munição, no sul, começaram a recarregar suas armas. Eles caminharam até as janelas de frente para a escadaria exterior, onde tinham estado apenas um momento atrás. Percebendo a polícia a vendo os alunos fugirem, eles começaram a atirar para fora das janelas; policiais revidaram.
Lesões e mortes na biblioteca, vimas 13.
Evan Todd, de 15 anos, sofreram ferimentos leves devido ao desmoronamento de uma mesa que estava escondido embaixo.
Kyle Velasquez, 16 anos, morto por ferimentos de bala na cabeça e nas costas. 15. Patrick Ireland, de 17 anos, baleado no braço, perna, cabeça e pé.
Daniel Steepleton, idade, 17, baleado na coxa.
Makai Hall, 18 anos, baleado no joelho. 18. Steven Curnow, 14 anos, morto por um tiro no pescoço.
Kacey Ruegsegger, 17 anos, baleado na mão, braço e ombro. 20. Cassie Bernall, 17 anos, morto por um tiro na cabeça.
Isaías Shoels, 18 anos, morto por um tiro no peito.
Matthew Kechter, 16 anos, morto por um tiro no peito.
Lisa Kreutz, 18 anos, baleado no ombro, mão e braços e coxa.
. Valeen Schnurr, 18 anos, ferido com ferimentos no peito, braços e abdômen.
Mark Kintgen, 17 anos, baleado na cabeça e no ombro.
Lauren Townsend, 18 anos, morto por múltiplos ferimentos de bala na cabeça, tórax e membros inferiores.
Nicole Nowlen, 16 anos, baleado no abdômen.
John Tomlin, 16 anos, morto por vários tiros na cabeça e no pescoço.
Kelly Fleming, 16 anos, morto por um tiro nas costas.
Jeanna Park, 18 anos, um tiro no joelho, ombro e pé.
Daniel Mauser, de 15 anos, morto por um tiro no rosto.
Jennifer Doyle, de 17 anos, baleado na mão, perna e ombro.
Austin Eubanks, 17 anos, baleado na cabeça e no joelho.
DePooter Corey, 17 anos, morto por tiros no peito e pescoço.
Após alguns segundos, Klebold afastou das janelas e disparou sua espingarda em uma mesa próxima, ferindo Patrick Ireland, Daniel Steepleton e Makai Hall . Harris pegou sua espingarda e foi até a linha de baixo de mesas de computador, disparando sua arma embaixo da mesa na primeira fila, sem olhar para ver quem estava por baixo. O tiro matou Steven Curnow, que estava escondido debaixo dela. Ele então atirou debaixo da mesa ao lado do computador, ferindo Kacey Ruegsegger. Harris, em seguida, caminhou até a mesa em frente à linha inferior do computador, bateu duas vezes o topo com a mão, se ajoelhou e disse: "peek-a-boo" antes de disparar Cassie Bernall na cabeça. O recuo da arma atingiu seu rosto, quebrando seu nariz. Apesar de uma testemunha relatou que Bernall foi o indivíduo que foi perguntado "Você acredita em Deus?", O intercâmbio de fato aconteceu com Klebold e sobreviver estudante Valeen Schnurr. Três alunos que testemunharam a morte Bernall, incluindo a pessoa que estava escondido debaixo da mesa com ela, testemunharam que Klebold e Bernall não trocam palavras. Apesar de alguns estudantes que estavam na biblioteca afirmou o intercâmbio ocorrido, nenhum deles fisicamente testemunhei isso. Eles podem ter ouvido, em vez da troca entre este e Klebold Schnurr e foram enganados por notícias atribuindo as palavras Bernall . Harris, em seguida, virou-se para a mesa ao lado, onde estudante Bree Pasquale sentou ao lado de um pouco do que abaixo dela. Ela não tinha escondido embaixo como não havia espaço suficiente para se esconder. Harris perguntou se ela queria morrer, e Pasquale respondeu com um fundamento para sua vida. Testemunhas relatam que Harris estava desorientado como isso ocorreu, possivelmente, a ferida no rosto, que estava sangrando muito. Como Harris taunted Pasquale, Patrick Irlanda tentou ajuda Makai Hall, que tinha sofrido um ferimento no joelho. Ao fazê-lo com a cabeça veio acima da tabela. Vendo isto, Klebold atirou nele, acertando-o duas vezes na cabeça e outra no pé. Ele foi nocauteado, mas sobreviveu. Em seguida, Klebold seguiu para um outro conjunto de tabelas, descobrindo Shoels Isaías, Mateus Kechter, e Craig Scott, irmão de Rachel Scott, escondendo-se embaixo de uma. Todos os atletas eram populares na escola. Ele tentou puxar Isaías fora debaixo da mesa, mas não teve sucesso. Ele então chamou a Harris, que deixou Bree Pasquale e se juntou a ele. Klebold e Harris Shoels insultado por alguns segundos e fez comentários depreciativos racial para ele . Harris, em seguida, ajoelhou-se e atirou no peito à queima-roupa, matando-o. Klebold também se ajoelhou e abriu fogo, acertando e matando Matthew Kechter. Craig Scott permaneceu ileso enquanto ele estava no sangue de seus amigos, fingindo estar morto . Harris, em seguida, virou-se e jogou uma bomba de CO2 na mesa onde Hall, Steepleton e Irlanda foram. A bomba de CO2 pousou na coxa Daniel Steepleton é. Makai Hall, em seguida, agarrou e jogou a bomba no sul de bomba (distância do tiro). Harris foi até as estantes entre o oeste e centro seção de quadros na biblioteca. Ele pulou em uma das estantes e sacudiu-o, em seguida, atirou em algo em que área geral. Não se sabe o que ele atirou em, uma vez que ninguém podia vê-lo naquele momento. Klebold atravessou a área principal após o primeiro conjunto de estantes, a área da mesa central, e um segundo conjunto de estantes para a área leste. Harris passou pela área central se encontrar com ele lá. Klebold começou a atirar fora uma vitrine ao lado da porta, depois voltou e atirou na mesa mais próxima a ele, ferindo Mark Kintgen. Ele então se voltou para a mesa à sua esquerda, atirou neles, ferindo Lisa Kreutz e Val Schnurr com a mesma bala. Ele então se aproximou da mesa e disparou novamente, matando Lauren Townsend. Enquanto isso, Harris foi para outra mesa onde duas meninas estavam se escondendo, se abaixou para olhar para eles, e negou-lhes patético. A dupla foi até uma mesa vazia e começou a recarregar suas armas. Schnurr, que tinha sido gravemente ferido, começou a chorar naquele momento, "Oh, Deus me ajude!" Klebold voltou para ela e perguntou se ela acreditava em Deus. Ela se debateu em sua resposta, dizendo que não e aí sim, tentar obter a resposta certa. Ele perguntou a ela porque, ela disse que era porque era o que sua família acreditava. Ele zombou dela, então se afastou. Este incidente levou à controvérsia Bernall Cassie quando troca Schnurr com Klebold foi incorretamente atribuído à Bernall. Harris mudou-se para outra mesa e disparou duas vezes por debaixo dele, ferindo ambos Nicole Nowlen e John Tomlin. Quando Tomlin tentou rastejar para fora, Klebold veio ao redor do canto e chutou. Harris taunted sua tentativa de fuga e Klebold, em seguida, atirou várias vezes, matando-o. Harris voltou mais para o outro lado da mesa onde estava Lauren Townsend. Atrás dele, Kelly Fleming, como Bree Pasquale, sentou ao lado da mesa e não abaixo dele. Harris tiro para ela com sua espingarda, batendo nas costas dela, e matando-a instantaneamente. Ele continuou a disparar na mesa atrás dela, batendo Townsend e Kreutz novamente, e ferindo Jeanna Park. Uma autópsia revelou mais tarde que Townsend tinha sido morto pelo primeiro tiro. Em 11:37, os atiradores se mudou para o centro da biblioteca, onde continuaram a recarregar suas armas em um meio de tabela em toda a sala. Klebold notou uma estudante de perto e pediu-lhe para se identificar. O estudante foi John Savage, um conhecido de Klebold. Savage Klebold perguntou o que estavam fazendo, para que Klebold respondeu: "Oh, as pessoas só matando." Savage, em seguida, perguntou se eles iam matá-lo. Klebold hesitou, e então disse-lhe para sair da biblioteca. Savage fugiram imediatamente, fazendo uma evacuação segura através da entrada principal da biblioteca. Depois de Savage foi, Harris se virou e disparou sua espingarda na mesa ao norte de onde eles tinham sido, batendo Daniel Mauser, face a curta distância, matando-o. Ambos os atiradores movidos sul de lá e atirou aleatoriamente em outra tabela, ferindo Jennifer Doyle e Austin Eubanks, e fatalmente ferindo Corey DePooter. DePooter, a última vítima do massacre, foi creditado com seus amigos mantendo a calma durante o calvário. Neste momento, várias testemunhas ouviram Harris e Klebold falar que estavam aproveitando o momento de tirar em suas vítimas. Klebold disse que "Talvez devêssemos começar a esfaquear as pessoas, que poderia ser mais divertido." Ambos os atiradores se afastaram da mesa e foram em direção contrária para a biblioteca. Harris jogou um coquetel molotov no lado sudoeste da biblioteca, mas não explodiu. Ele veio em todo o lado leste do balcão e Klebold se juntou a ele a partir do oeste, ambas convergindo perto de onde Evan Todd havia se mudado após o incidente da copiadora. Ambos ameaçaram Todd, ele também estava usando o chapéu que era para atletas e quando os atiradores queriam ver seu rosto, ergueu o chapéu para cima, em parte, de modo que não iria vê-lo. Klebold pediu para Todd dar uma razão para ele não matá-lo, e Todd respondeu: "Eu não quero problemas". A dupla continuou insultando-o e debatido matá-lo, mas finalmente fugiu. Neste ponto, o nariz Harris estava sangrando muito, e dizem que por isso ele se retirou da biblioteca. Klebold se virou e disparou um tiro em uma sala de descanso aberto biblioteca pessoal, atingindo uma televisão pequena e uma cadeira, em seguida, bateu em cima de terminal de computador que estava na biblioteca do contador, diretamente acima da mesa, onde Patti Nielson escondeu. Os dois caminharam para fora da biblioteca em 11:42, encerrando o massacre no local.Quase imediatamente, 34 e 10 ilesos estudantes feridos fugiram da sala pela porta norte, que levou para a calçada junto à entrada oeste, onde a confusão começou. Patrick da Irlanda que estava inconsciente, e Lisa Kreutz, que estava impossibilitada de se mover, permaneceram na construção. Patti Brian Anderson Nielson juntaram o pessoal da biblioteca e três na sala de descanso exterior onde Klebold tinha atirado antes. Eles se trancaram dentro e lá permaneceu até que eles foram libertados a cerca das 15:30 após do suicídio dos atiradores Eric Harris e Dylan Klebold foram filmados por câmeras de segurança da escola no refeitório, antes de cometer suicídio Depois de deixar a biblioteca, os dois foram para a área de ciência e onde jogaram uma bomba que causou um pequeno incêndio em um armário de armazenamento vazio. Na hora que a bomba explodiu, eles se retiraram, um professor na sala adjacente tentou apagar o fogo. Eles continuaram na direção ao corredor sul, pararam e balearam um quarto vazio ciência no fim do corredor. Mais ou menos ás 11:44 desceram a escada para o bar onde estavam gravadas pelas câmeras de segurança. A gravação mostra Harris ajoelhado no desembarque e disparando em direção a uma bomba de gás propano. Ele tomou um gole de uma das bebidas deixadas por alunos que se retiraram como Klebold aproximou-se da bomba de gás propano para examiná-la. A gravação mostra Klebold iluminando de um cocktail Molotov, e jogando a na bomba de gás propano. Como os dois deixaram o bar, que explodiu, parcialmente detonar uma das bombas de gás propano às 11:46. Um galão de combustível inflamado na mesma vizinhança em 11:48 causando um incêndio que foi detido pelos extintores de incêndio. Eles deixaram o restaurante e voltou para cima. De volta ao nível superior, que vagava ao norte principal e corredores sul da escola, atirando à toa. Eles andaram pelo corredor sul, após a seção de estudos sociais, e na sede, antes de voltar para o corredor norte.
Suicídio dos atiradores olharam pelas janelas das portas da sala de aula diversas vezes e até mesmo fez contato visual com os alunos, mas nunca tentou entrar nos quartos. Depois de deixar o escritório principal, a dupla foi até uma porta do banheiro e começou a insultar os estudantes dentro, dizendo coisas parecidas com "nós sabemos que você está lá dentro" e "vamos matar qualquer um que encontramos aqui", mas nunca realmente entrou no banheiro . Às 11:55, eles voltaram a cafetaria e entrou na cozinha de forma breve, apenas para voltar até a escadaria, e no corredor sul, 11:58 As mortes dos atiradores 35. Eric Harris, 18 anos, cometeu suicídio por um único tiro na boca. 36. Dylan Klebold, 17 anos, cometeu suicídio por um único tiro na cabeça. Às 12:02, os atiradores re-entrou na biblioteca, que estava vazia de todos os estudantes que vivem com excepção da Irlanda e inconsciente Patrick Kreutz Lisa. Uma vez dentro, eles atiraram na polícia através das janelas oeste novamente, inutilmente. Em seguida, a cerca de 12:08, eles mudaram para as estantes perto do conjunto de quadros onde Matthew Kechter e Isaías Shoels leigos; lá, atiraram-se, cometendo suicídio. Patrick a Irlanda recuperou e perdeu a consciência várias vezes e arrastou até a janela. Em 2:38, ele tentou sair. Ele caiu pela janela da biblioteca e foi capturado por membros da equipe da SWAT, em uma cena famosa na televisão. Lisa permaneceu Kreutz feridos na biblioteca. Em uma entrevista ela lembrou ouvir algo como "Você na biblioteca." em torno do momento em que Eric Harris e Dylan Klebold estavam se preparando para cometer o suicídio. Ela estava deitada feridos na biblioteca até que a polícia entrou em 15:22 Ela disse que manteve a noção do tempo pelos sinos e que ela tentou sair do lugar, mas tenho luz dirigida.
Ela foi removida juntamente com a Sra. . Nielson, Brian Anderson, e os três funcionários. subcultura Goth Nas semanas seguintes, os tiroteios, reportagens sobre os dois alunos retrataram como parte de um culto Goth e um aumento de suspeitas de subcultura Goth foi manifesta após os tiroteios . Harris e Klebold pensaram em fazer parte de uma escola informal clube chamado a máfia Trenchcoat. Posteriormente, tais caracterizações foram consideradas incorretas. Música Culparam bandas como Rammstein, Marilyn Manson, KMFDM, e outros metais 'dark' por influenciar, que foi detalhada no documentário de Michael Moore, Bowling for Columbine. O vocalista Manson afirmou em uma entrevista VH1 que a banda cancelou três shows em memória da tragédia. Quando perguntado o que ele teria dito às crianças em Columbine ou a pessoas da comunidade, Manson respondeu: "Eu não diria uma única palavra para eles. Gostaria de ouvir o que eles têm a dizer, e isso é o que ninguém fez”. Memoriais Em 2000, os jovens defendem Helmbrecht Melissa organizou um evento de recordação em Denver com duas estudantes de sobrevivência chamada de "Dia da Esperança". Um memorial permanente "para homenagear e lembrar as vítimas do 20 de abril de 1999 tiroteios em Columbine High School" foi inaugurado em 21 de setembro de 2007 no Clement Park, a campina adjacente onde memoriais improvisados foram realizadas nos dias seguintes ao tiroteio. O memorial fundo levantou US $ 1,5 milhões em doações e oito anos de planejamento.


Música
O massacre serviu de inspiração para a música "Cassie", escrita por Lacey Mosley da banda Flyleaf, e "This Is Your Time", do cantor e escritor Michael W. Smith, em homenagem a Cassie Bernall, uma das estudantes assassinadas. Cassie foi morta quando Eric e Dylan a perguntaram se ela acreditava em Deus. Se ela dissesse não, eles poupariam sua vida, mas ela disse sim, mesmo sabendo que seria morta, apesar do que, tal expeculação jamais foi confirmada pelo FBI.
O compositor e tecladista Tuomas Holopainen, da banda de Symphonic Metal Nightwish, fez uma música chamada The Kinslayer baseada no massacre.
Greg Barnes, sobrevivente do Massacre de Columbine, cometeu súicido em 1999 na garagem de casa ouvindo a música Adams Song. da banda blink 182 que falava sobre um menino escrevendo uma letra de súicidio






Músicas inspiradas no massacre


ATENÇÃO

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