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As assinaturas de serial killers famosos

Conheça a assinatura dos assassinos em série mais famosos.


Aileen Wuornos






Richard Ramirez


Charles Ng



Henry Lee Lucas



Ed Kemper


John Wayne Gacy


Albert De Salvo



Charles Manson


Jeffrey Dahmer



Nico Claux


Ted Bundy

David Berkowitz


Fonte:IéB

11 filmes sobre assassinos em série para você assistir

Top 11 dos filmes de assassinos em série.



11-Psicopata americano
American psycho- 2000

Patrick Bateman (Christian Bale) jovem, branco, bonito e sem nada que o diferencie de seus colegas de Wall Street. Protegido pela conformidade, privilégio e riqueza, Bateman também um serial killer, que vaga livremente e sem receios em busca de uma nova vítima. Seus impulsos assassinos são abastecidos por um zeloso materialismo e uma inveja torturante quando ele encontra alguém que possui mais do que ele. Após um colega dar-lhe um cartão de visitas melhor que o seu em tinta e papel, a sede de sangue de Bateman surge e ele aumenta ainda mais suas atividades homicidas, tornando-se um perigoso e violento psicopata.

10-Zodíaco
Zodiac- 2007


1º de agosto de 1969. Três cartas diferentes chegam aos jornais San Francisco Chronicle, San Francisco Examiner e Vallejo Times-Herald, enviadas pelo mesmo remetente. A carta enviada ao Chronicle trazia a confissão de um assassino, dando detalhes da morte de 3 pessoas e da tentativa de homicídio de outra, com informações que apenas a polícia e o assassino poderiam saber. As três cartas formavam um código que supostamente revelaria sua identidade ao ser decifrado. O assassino exigia que as cartas fossem publicadas, caso contrário mais pessoas morreriam. Um casal de Salinas consegue decodificar a mensagem, mas é Robert Graysmith (Jake Gyllenhaal), um tímido cartunista editorial, que descobre sua intenção oculta: uma referência ao filme "Zaroff, o Caçador de Vidas" (1932). Os assassinatos e as cartas se sucedem, provocando pânico na população de San Francisco. A situação faz com que os detetives David Toschi (Mark Ruffalo) e William Armstrong (Anthony Edwards) e o repórter Paul Avery (Robert Downey Jr.), que trabalham no caso, tornem-se celebridades instantâneas. Graysmith, que trabalha no mesmo jornal de Avery, apenas ajuda quando lhe é permitido. Mas o Zodíaco, como o assassino era chamado, estava sempre um passo a frente. O filme é baseado em fatos reais!

9-Ressurreição: relatos de um crime
Resurrection - 1999

John Prudhomme, um detetive de Nova Orleans, e seu parceiro, det. Andrew Hollingsworth acabam de desvendar uma série de assassinatos, que levam a um serial killer. O assassino acredita ser descendente de Judas e para poder limpar o nome de sua família, acha que é presciso reconstruir o corpo de Cristo. Agora, ele e seu parceiro precisam correr contra o relógio, juntar as evidências e capturar o assassino antes que ele cometa outro crime. O confronto final está para acontecer e só terminará quando o Mal for julgado.

8-O colecionador de ossos
The Bone Collector - 1999


Em Nova York, durante uma investigação Lincoln Rhyme (Denzel Washington), um conceituado policial, sofre um acidente quando uma viga cai sobre ele, deixando-o tetraplégico. Após quatro anos em uma cama, onde é vítima de ataques que podem transformá-lo em um vegetal, Rhyme se concentra na idéia de suicídio mas como é difícil para ele se matar tenta convencer aos que estão em sua volta em ajudá-lo na eutanásia, que chama de transição final. Mas repentinamente tudo muda quando um serial killer comete crime violentos e fica claro que o criminoso quer dizer alguma coisa. Em virtude de ser respeitado por seus colegas um laboratório, os meios modernos de investigação são levados para sua casa, mas o mais importante é a presença de Amelia Donaghy (Angelina Jolie), uma policial de rua que Rhyme considera ser a pessoa perfeita para investigar. Mas Howard Cheney (Michael Rooker), o chefe de polícia, é um monumento à incompetência que só sabe criar entraves, apesar de mais crimes estarem acontecendo.

7-O principal suspeito
Nightwatch - 1997

Estudante de direito (Ewan McGregor), em seu último semestre, consegue um emprego de vigia noturno em um necrotério. Pouco tempo depois surgem pistas que o incriminam como o principal suspeito de ser um serial killer que mata prostitutas, pratica necrofilia e "assina" os crimes arrancando os olhos das vítimas.

6-Ed Gein: O serial killer
Ed Gein / In the Light of the Moon - 2000





Ed Gein, um tímido fazendeiro, torna-se um ladrão de túmulos e anatomista amador quando passa a ser atormentado por visões de sua mãe, uma fanática religiosa, que com o tempo lhe aconselha a cometer assassinatos. O filme é baseado em fatos reais!

5-O silêncio dos inocentes
The Silence of the Lambs - 1991



Agente do FBI (Jodie Foster) é destacada para encontrar assassino que arranca a pele de suas vítimas. Para entender como ele pensa, ela procura um periogoso psicopata , encarcerado sob a acusação de canibalismo. O prisioneiro é um psiquiatra, Dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), um brilhante e perigoso canibal, que decide ajudar Starling apenas se ela alimentar sua curiosidade mórbida com detalhes sobre sua própria complicada vida. Este horrendo assassino, uma encarnação tão poderosa do mal, que ela pode não ter coragem - ou forças - para detê- lo!

4-Assassinos por Natureza
Natural Born Killers - 1994




Mickey Knox (Woody Harrelson) e Mallory Knox (Juliette Lewis) se uniram pelo desejo que um sente pelo outro e por amarem a violência. Eles mataram algumas dezenas de pessoas em 3 semanas, mas sempre deixam alguém vivo para contar quem fez os crimes. Mickey e Mallory viram atração através da imprensa sensacionalista e o repórter Wayne Gale (Robert Downey Jr.), o principal responsável, os coloca no programa de televisão American Maniacs. Mesmo a captura deles pela polícia só aumenta a popularidade enorme dos criminosos, o que motiva Gale em transformar tudo num grande circo.

3-Memórias de um assassino
Salinui Chueok / Memories of Murder - 2003


O corpo de uma jovem brutalmente assassinada é achada pela polícia. Dois meses depois, em outro lugar, a brutalidade se repete. Em um local onde isso nunca havia acontecido, os tiras se peparam com crimes cometidos por um assassino em série. Começa então uma interessante investigação liderada pelo detetive Park Du-Man.




2-Roubando vidas

Taking lives- 2004


A agente especial do FBI Illeana Scott (Angelina Jolie)é perita em perfil criminal e não crê nas técnicas tradicionais para decifrar uma mente assassina. Sua abordagem não-convencional é muitas vezes o único meio de descobrir a identidade dos assassinos, para que a polícia os capture. Paquette (Olivier Martinez) e Duval (Jean-Hughes Anglade) são detetives de Montreal que investigam uma morte e se vêem obrigados em aceitá-la para entrar na mente de um assassino. Scott entra no caso e pressupõe que criminoso é um "rouba-vidas", isto é, assume a identidade das vítimas. À medida que aumenta a pressão para a captura do assassino, os métodos nada ortodoxos de Scott a distanciam de Paquette e Duval. Seu comportamento aparentemente frio esconde uma intensa paixão pelo trabalho, mas quando uma atração inesperada a lança num envolvimento amoroso a renomada especialista começa a duvidar de seus instintos.

1-Psicose
Psycho-1960



Secretária (Janet Leigh) rouba 40 mil dólares para se casar. Durante a fuga, erra o caminho e chega em um velho motel, onde amavelmente atendida pelo dono (Anthony Perkins), mas escuta a voz da mãe do rapaz, dizendo, que não deseja a presença de uma estranha. Mas o que ouve na verdade algo tão bizarro, que ela não poderia imaginar que não viveria para ver o dia seguinte. O filme é inspirado no serial killer Ed Gein.

Jack, o estripador na verdade era uma mulher!

 No Livro Jack the Ripper: The Hand of a Woman (Jack, o Estripador: a Mão de uma Mulher), o historiador John Morris escreveu baseado em uma tese polêmica: Jack, o estripador era, na verdade, uma mulher. Na obra, ele diz que Lizzie Williams foi a autora dos sanguinários assassinatos cometidos em 1888 no distrito inglês de Whitechapel com ajuda do seu marido, o médico Sir John Williams. Ela matava e arrancava o útero das vítimas por não poder engravidar. O autor defende a teoria com base na forma em que os objetos de uma das vítimas foram deixados de "maneira feminina" na cena do crime.Morris também dá ênfase a outros indícios: botões de um sapato feminino na cena de um dos crimes e resquícios de uma capa, uma saia e um chapéu femininos nas cinzas de uma das vítimas - que não vestia nenhuma dessas peças. As pesquisas foram feitas por Morris e seu pai em diversos registros médicos e policiais da época.  Ao todo, cinco mulheres foram assassinadas - todas eram prostitutas na região de East End, em Londres. Mary Ann Nichols, Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes e Mary Jane Kelly foram mortas em um período de dez semanas e todas tiveram o útero arrancado - para Morris, um índicio crucial e sempre ignorado na elucidação dos crimes.




Fonte: Yahoo notícias
Dica da leitora Juliana Costa

Conheça os casais assassinos em série mais perigosos

Para os curiosos sobre a mente insana de serial killers, há poucos dias, uma notícia sobreum casal serial killer brasileiro chocou o país: Jorge Beltrão Negromonte da Silveira e Isabel Cristina Pires, que além de matar suas vítimas, o casal também cometeu canibalismo. Conhça nessa lista outros casais unidos pela matança.


Paul Bernado e Karla Homolka

A História: Chamados de "Ken e Barbie Murders", os canadenses passaram a cometer crimes de natureza sexual durante o casamento (nos anos 90), sendo que a primeira vítima do casal foi a irmã mais nova de Karla, Tammy, que tinha sido sedada e abusada. Toda a ação aconteceu na casa da família, enquanto os outros dormiam, e filmada. A menina acabou engasgando com o próprio vômito e falecendo. Diante das circunstâncias os familiares foram levados a crer em morte por choque acidental. Insatisfeito com o "presente" dado por Karla, mais duas garotas foram capturadas pelo casal, abusadas e mortas - uma de 14 e outra de 15 anos. Paul foi sentenciando com prisão perpétua e Karla pegou 12 anos, alegando abuso do marido. Há um filme sobre a história do casal chamado Karla - Paixão Assassina.


Ian Duncan Brady e Myra Hindley
Número de Vítimas: 5 e/ou Mais



A História: Estes ingleses conheceram no trabalho - em uma companhia química. Ambos acertaram-se de cara, já que eram fascinados pelos mesmos assuntos: Nazistas, Pornografia e Sadismo. A maior parte de suas vítimas eram crianças; Os crimes eram documentados (gravação de áudio e fotografias). Havia sinal de abuso sexual e de tortura nos corpos encontrados. Em que pese tenha-se ligado os dois a 5 assassinatos, acredita-se que o número real de vítimas seja aproximado de 11. Os dois foram condenados à prisão perpétua. Foram chamados pelo público em geral como "Moors Murderers" e atuaram de 1963 a 1965. Myra, posteriormente, buscou ajuda do Lord Longford e suas contorversas convicções, não obtendo resultado. Em 2006 produziu-se uma filme para TV, denominado Longford, sobre esta "cruzada" do Lord e de Myra.


Ray Copeland e Faye Copeland
Número de Vítimas: 5 e/ou Mais



A História: Reconhecidos como os assassinos em série mais idosos a serem sentenciados a prisão perpétua nos Estados Unidos, os dois assassinaram 5 funcionários temporários de sua fazenda; Contudo, acredita-se que eles possam ter matado pelo menos mais 7. Eles mantinham um registro de funcionários, sendo que sobre alguns nomes havia um X marcado. Os crimes teriam ocorrido de 1986 a 1989.


Alvin Howard Neelley e Judith Ann Neelley
Número de Vítimas: 8 e/ou Mais


A História: Quando se conheceram, estes dois norte-americanos tinham uma boa diferença de idade - ele 27 e ela 16 -, contudo, a semelhança nos ideiais criminosos e violentos os tornavam "almas-gêmeas". de início os dois praticavam roubos e furtos, tendo cumprido pena por tais atos. Em 1982 sequestraram a sua primeira vítima, uma garota de 13 anos - a qual foi diversas vezes abusada antes de ser morta. As ações eram praticadas por ambos, sendo Judith quem a matou. Continuaram a sequência criminosa por três estados: Alabama, Tennessee e Georgia. Foram acusados por 8 crimes, mas, o número deve ser maior. Quando capturados, um tentou impor o "cérebro" dos atos ao outro. Alvin foi condenado a 2 prisões perpétuas, falecendo em 2005; Ela foi condenada a sentença de morte, mais tarde modificada para prisão perpétua.


Gerald Armand Gallego e Charlene gallego
Número de Vítimas: 10



A História: Entre 1978 e 1981, estes dois capturaram 10 escravas sexuais, matando-as posteriormente. Dada a natureza dos crimes, foram denominados como "Sex Slave Murderers". Com a desculpa de que a única "cura" para sua impotência seria manter relações sexuais com virgens, Gerald convenceu a sua esposa Charlene a participar e colaborar com esta busca. As vítimas foram mortas das mais variadas e cruéis formas - tiro, espancadas, estranguladas e uma, grávida, foi enterrada viva. Charlene foi solta após 16 anos de cumprimento de pena; Gerald foi condenado a sentença de morte, contudo, teve esta pena revogada, para prisão perpétua, já que tido como incapaz.


Charles Starkweather e Caril Ann Fugate
Número de Vítimas: 11



A História: Charles cometeu o seu primeiro assassinato em dezembro de 1957, quando sequestrou uma atendente de posto de gasolina e matou com um tiro de espingarda. Exatamente 07 semanas depois o jovem de 19 anos estava na casa da namorada Caril (14 anos) quando teve uma grave discussão com a mãe da menina, instante em que acabou por matá-la. Em seguida, atirou no pai de Caril e sufocou a irmã de 02 anos dela. Caril apenas presenciou aos fatos, sem reagir. Charles escondeu os corpos, enquanto a menina ficou assistindo TV. No local permaneceram por alguns dias, apenas deixando um aviso na porta. No limite de tempo, ambos pegaram o carro da família e fugiram, até o instante da captura, os dois mataram um total de 11 inocentes. Ele foi condenado a morte - cadeira elétrica - e ela a prisão perpétua. Sobre a história temos o filme de 1973, Terra de Ninguém.


Frederick Walter West e Rosemary Pauline West
Número de Vítimas: 12 e/ou Mais




A História: Atuantes por cerca de 20 anos (1967 a 1987), foram condenados por 12 assassinatos de adolescentes e jovem mulheres - havendo boatos de que o número poderia incluir 20 vítimas a mais. Os ingleses aparentavam ser um casal normal e sem grandes mistérios. Todavia, a natureza brutal dos crimes chocaram - as garotas eram abusadas sexualmente, torturadas, mortas, desmembradas e depois enterradas. Ele se suicidou na prisão e ela foi condenada a prisão perpétua.


Martha Julie Beck e Raymond Martinez Fernandez
Número de Vítimas: 12 e/ou Mais



A História: Um dos primeiros e dos mais notáveis casal de assassinos em série foi Martha Beck e Raymond Fernadez, também conhecidos como "Lonely Hearts Killers" ou "The Honeymoon Killers". Conheceram-se através dos anúncios de jornal no estilo "Solteiro a procura". Raymond aplicava golpes nas mulheres que conhecia através destes anúncios. Martha, insegura com relação a sua aparência e vida confusa, tornara-se uma mulher um tanto quanto pervertida. A paixão mútua foi quase instantânea. Logo ela passou a participar dos golpes de Raymond, fingindo ser sua irmã. Contudo, sua natureza explosiva e ciumenta gerou em Martha uma fúria incontrolável, resultando nos assassinatos. Condenados a cadeira elétrica por 12 crimes, acredita-se que o número real chegue próximo aos 20. Antes da execução ambos professaram o amor existente um pelo outro. Retratando a história foram produzidos dois filmes: The Honeymoon Killers (1969) e Lonely Hearts (2006), além de um espisódio de Cold Case.


Adolfo de Jesus Constanzo e Sara Villareal Aldrete
Número de Vítimas: 24 e/ou Mais

A História: Adolfo tornara-se um dos narcotraficantes mais respeitados do México, entretanto, sua fama de bruxo parecia precedê-lo. Conhecido como "El Padrino" logo envolveu Sara, a qual transformou-se em seu braço direito e "La sacerdotisa". Ambos eram amantes e estavam envolvidos com magia negra. Ávidos por poder, passaram a efetuar rituais e torturas inconcebíveis. Em 1989 foram descobertos. Adolfo foi morto em tiroteio com a polícia, Sara cumpri pena no México. Foram localizadas 24 vítimas, todavia, a estimativa é próxima de 60 mortes relacionadas aos "Narcosatánicos de Matamoros". A personagem Pedrita Durango - de filme homônimo - foi inspirada em Sara. O diretor da película admitiu a inspiração e afirmou ter amenizado muito a violência dos crimes, acrescentando: “Si ruedo la película contando las cosas tal y como ocurrieron en realidad, nadie se lo creería”.


Lila Gladys Young e William Peach Young
Número de Vítimas: 100 e/ou Mais


A História: A situação aqui foi mais ganância do que qualquer outra coisa. O casal construiu um hospital para "abrigar e auxiliar" mães solteiras no início da década de 30. Por uma taxa eles mantinham a privacidade da mãe e garantiam a adoção e bem-estar da criança. Caso o bebê morresse, havia a cobrança da taxa de enterro. Se a mãe não tivesse condições de pagar, prestava serviços de graça ao casal. O que era prometido poucas vezes ocorria, já que as adoções eram ilegais - a maioria ocorrendo por casais Norte-Americanos que não conseguiam pelas vias legais daquele país e iam até o Canadá -, e, se caso o bebê falecesse nada de especial era providenciado, sendo enterrados em "butterbox", num terreno que era da família.O porquê deles serem considerados serial Killers? Pois, além do parto ser efetuado sem estrutura e com falta de tato - por assim dizer -, os bebês eram largados a mercê de um ambiente distantes das regras da vigilância sanitária e, caso fossem mestiços ou portadores de deficiências físicas, eram deliberadamente mortos de fome - com uma dieta de água e melaço. Um carpinteiro adimitiu ter enterrado de 100 a 125 bebês. Não foram condenados por homicídio, mas a "maternidade" foi fechada em 1940 e ambos faliram. Ele morreu de câncer em 1962, e ela de leucemia em 1967. O filme Uma Cova para Anjos retrata a história.


Fonte:Nascida em versos

Entrevista com casal que matava, esquartejava e comia suas vítimas

A TV Jornal Caruaru, filiada SBT, conseguiu com exclusividade uma entrevista com o casal Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 50 anos, e Isabel Cristina Pires, 50. O casal é acusado de matar, esquartejar, comer e enterrar os corpos no quintal da própria casa no Jardim Petrópolis, em Garanhuns, Agreste Meridional de Pernambuco.



Serial Killers vendiam salgados de carne humana, em PE

Polícia Civil de Pernambuco confirmou que os três suspeitos de assassinar, esquartejar e enterrar duas mulheres, em Garanhuns, no Agreste do estado, disseram, em depoimento na quinta-feira (12), que usavam a carne humana para produzir salgados, como empadas. Os alimentos seriam vendidos para a população e também serviam como refeição para o próprio trio e para a criança de cinco anos que morava com eles.
Segundo informações da polícia, os suspeitos ainda confessaram que, após os assassinatos, guardavam parte dos corpos da vítima na geladeira. Os agentes, ao irem à casa do trio, não encontraram restos mortais no refrigerador. De acordo com o comissário da Delegacia de Garanhuns, Demócrito Oliveira, eles estavam numa fase de “entressafra”, já que planejavam assassinar outra mulher, na cidade de Lagoa do Carro, no Agreste pernambucano.



A polícia acredita que as partes que seriam usadas para a produção das empadas seriam as nádegas e as coxas das vítimas. Segundo Demócrito Oliveira, a população de Garanhuns confirma que uma das suspeitas vendia alimentos na cidade. Ninguém, entretanto, procurou a delegacia para falar se já havia consumido os salgados.
Os suspeitos de cometer a bárbarie formam um triângulo amoroso composto por um homem e uma mulher de 52 anos, que seriam casados, e uma jovem de 25. Eles foram presos na última quarta-feira (11), quando policias encontraram restos mortais de duas mulheres enterrados no quintal da residência deles.


A Polícia Civil ainda informou que os suspeitos fariam parte de uma seita, que pregava a purificação do mundo e a diminuição populacional. A meta seria matar três mulheres por ano. “Segundo os envolvidos, eles participam de uma seita chamada Cartel. E que teria uma seita contrária que seria chamada de “M” [das "mulheres impuras"]. Toda a culpa de eles estarem presos seria porque “M” interferiu nos planos deles”, revelou o delegado Wesley Fernandes, responsável pelo caso. Ele também explicou como o grupo escolhia as vítimas. “Segundo eles, ao passar pelas pessoas, uma entidade alertava que eram pessoas más”, disse. As vítimas seriam atraídas até a casa dos suspeitos através de uma falsa promessa de emprego de babá.
A polícia também achou a certidão de nascimento da criança de 5 anos que vivia com os suspeitos. Ela seria filha de uma mulher assassinada em 2008, em Olinda. Uma das suspeitas assumiu que usava o nome dessa mulher e dizia que a menina era filha dela.
A criança teria presenciado os assassinatos e revelado detalhes para a polícia. “Essa criança está no Conselho Tutelar, sob cuidados e vigilância do Juizado da Infância, que está tratando de todos os trâmites legais no sentido de conseguir um novo lar", informou o delegado.
Ainda de acordo com a polícia, as mulheres foram encaminhadas para a Colônia Penal Feminina de Buíque e o homem para a Cadeia Pública de Garanhuns, ambas unidades prisionais localizadas no Agreste do estado.
Publicação
O homem suspeito de comandar o trio nos assassinatos fez um livro, ilustrado e registrado em cartório, onde conta detalhes dos crimes e da vida dele. Nas páginas, há informações de que ele era formado em Educação Física e era faixa preta em caratê. A publicação também informa atos de canibalismo. Os três comeriam a carne das vítimas para "purificar a alma".
Entenda o caso
Um dos dois corpos seria de uma mulher desaparecida desde fevereiro; o outro, de uma mulher de 20 anos, que sumiu no dia 15 de março. Depois de as famílias das vítimas prestarem queixa na delegacia, a polícia chegou até os suspeitos quando uma fatura de cartão crédito chegou à casa de uma das mulheres. Imagens das câmeras de segurança de lojas onde as compras foram efetivadas mostravam os suspeitos.
As vítimas também teriam sido vistas perto da casa dos suspeitos antes de desaparecerem. A polícia conseguiu mandados de prisão e de busca e apreensão e, ao ser abordada, uma das suspeitas teria assumido os crimes e revelado o local onde as vítimas foram enterradas.
Seriam uma espécie de Sweeney Todd brasileiro? Que nem José Ramos?

Serial killer Charles Manson luta pela sua liberdade condicional






No dia 11 de Abril de 2012, uma foto recente do serial killer Charles Manson, foi divulgada junto com a informação que ele terá uma audiência tentando sua liberdade condicional pela 12ª vez.
Preso desde 1971, Charles Manson passou quase toda a sua vida atrás das grades. Agora com 77 anos, a idade parece finalmente ter acompanhado o assassino em série que chocou os EUA.

Esta foi a 12ª vez que Manson se apresentou para uma reunião com os responsáveis prisionais e que lhe poderiam conceder liberdade condicional. Em todas elas, essa possibilidade foi prontamente recusada.

Condenado à pena capital em 1971, conseguiu escapar à morte graças a uma lei que baniu este tipo de penas. Em substituição, foi condenado a prisão perpétua, que hoje continua a cumprir em Los Angeles.

“Ele [Manson] continua a ser um indivíduo perigoso para todos os que entrem em contacto com ele”, justificaram os responsáveis prisionais em 2007, após mais uma recusa de saída em liberdade condicional.

Manson nunca mostrou remorsos pelos homicídios e está longe de ser um recluso exemplar. Já foi punido por ameaçar um guarda prisional e por posse de arma branca.

No ano passado, o assassino em série quebrou um silêncio que durava já há quase 20 anos, descrevendo-se como “um homem mau que mata pessoas.”

Apesar dos contornos macabros que envolveram os seus crimes, Manson continua a ser o recluso mais famoso do país, e também o que mais correspondência recebe.


Para quem não sabe quem é Charles Milles Manson, aqui uma breve biografia.

Ele é conhecido como o fundador, mentor intelectual e líder de um grupo que cometeu vários assassinatos, entre eles o da atriz Sharon Tate, esposa do diretor de cinema Roman Polanski.


Para quem quiser lembrar, o blog tem uma postagem dedicada a esse famoso serial killer.

As mais famosas serial killers mulheres

10 - Maria Swanenburg (1839-1915)

Nacionalidade: Holandesa
Vítimas: 27


Seu apelido ironicamente era "boa Mie"( traduzido do holandês “Goeie Mie”). Ela "cuidava" de crianças e adultos doentes. Sua técnica para cometer seus crimes era por envenenamento, usando arsênio. Ao todo, foram 27 vítimas entre 1880 e 1883. Seu plano de matar mais pessoas acabou quando ela tentou envenenar outros 50, usando o de sempre, com o mesmo método. Seus assassinatos eram motivados pelo dinheiro do seguro de vida que receberia das vítimas, de quem cuidava. Sua primeira vítima foi sua própria mãe, em 1880, no mesmo ano o seu pai. Maria foi presa quando tentava envenenar a família Groothuizen, em dezembro de 1883. Foi condenada à prisão perpétua, local onde morreu, aos 75 anos, em 11 de abril de 1915.


09 – Jane Toppan (1854-1938)

Nacionalidade: Norte-Americana
Quantos matou: 31


Nascida Honora Kelley, sua família já tinha um sério histórico de problemas mentais. Em 1901, ela confessou ter matado 31 pessoas. Conta-se que seu maior desejo era o de matar mais pessoas que qualquer homem ou mulher já pensou em matar. Começou suas atividades criminosas assim que iniciou um curso de enfermagem no Hospital de Cambridge, em 1885. Nessa época ela "apenas" experimentava morfina e atropina em porcos, a fim de ver o que essas substâncias seriam capazes de fazer aos seus sistemas nervosos. Além dos assassinatos, Jane também abusava sexualmente de pacientes à beira da morte, com a intenção de “ressuscitá-los”. Ela misturava uma combinação de drogas e os dopava; a seguir os deitava em uma cama e abraçava seus corpos enquanto eles morriam. Jane começou a envenenar em 1895, quando matou o dono da casa onde morava. Quatro anos depois, ela matou sua irmã de criação, Elizabeth, com uma dose de estricnina. Em 1901, Toppan mudou-se com seu irmão mais velho, Alden Davis, e sua família para cuidar dele após a morte de sua mulher, que foi outra vítima de Jane. Semanas depois, ela matou Davis e duas de suas filhas. Ela voltou então para sua cidade natal e começou a namorar o marido de Elizabeth. Jane matou a irmã dele e o envenenou. Como o assassinato não se consumou, ele a expulsou de casa. Nesta época, os membros sobreviventes da família de Alden Davis pediram um exame toxicológico no corpo de sua filha mais nova. O resultado obtido foi o de que ela havia sido envenenada, o que levou autoridades locais a prenderem Jane Toppen por assassinato. Ela foi julgada inocente por razões de insanidade mental e sentenciada a permanecer internada pelo resto da vida em um sanatório.

08 - Vera Renczi (1903 - ?) Sem data exata

Nacionalidade: Romena
Quantos matou: 35

Os amigos de infância de Vera Renczi diziam que ela possuía um desejo patológico por constante companhia masculina e era de natureza ciumenta e suspeita. Sua primeira vítima foi o seu marido, um comerciante mais rico e mais velho que ela, com quem teve um filho chamado Lorenzo. Ela começou a suspeitar que ele a traía, foi então que Vera Renczi pôs arsênico no jantar de seu marido e começou a dizer à família, amigos e vizinhos que fora abandonada com o filho. Após um ano, então ela alegou que havia ouvido que o marido morrera em uma acidente de automóvel. Pouco tempo depois do “acidente do marido”, Vera voltou a casar, agora com um homem mais jovem que ela mesma. Porém, a relação entre eles era “tumultuada” e ela insinuou novamente que seu marido estaria envolvido em casos extra-conjugais. Depois de poucos meses de casamento, Vera contou a familiares e amigos que seu marido a abandonara. Um ano depois, ela alegou ter recebido uma carta do marido, que dizia deixá-la para sempre. Ela nunca mais casou, mas continuou a se envolver com homens ricos casados e solteiros. Então Vera Renczi passou o resto da vida a iniciar relacionamentos, sugerir que era “traída” e “abandonada”. Depois que a mulher de um dos amantes de Vera Renczi o seguiu uma noite até a sua casa e o homem nunca retornara ao próprio lar, a polícia foi chamada para investigar seu desaparecimento. Ao chegar à adega da casa de Renczi, os policiais descobriram 32 caixões de zinco não-enterrados. Cada um continha um corpo de homem em variados estágios de decomposição. Vera foi presa e confessou haver envenenado os 32 homens com arsênico quando ela suspeitou que eles a trairiam ou que seus interesses nela estavam diminuindo. Ela também confessou ter assassinado os dois maridos e o filho Lorenzo. Ela contou a polícia que o filho veio lhe fazer uma visita, quando acidentalmente descobriu os caixões na adega e tentou chantageá-la. Consequentemente, ela o envenenou e desfez-se de seu corpo. Vera Renczi foi condenada à prisão perpétua pelos 35 assassinatos.

07 - La Quintrala (Catalina de los Ríos y Lisperguer - 1604-1665)

Nacionalidade: Chilena
Quantos matou: mais de 40



Catalina de Los Ríos foi uma aristocrática chilena do século XVII, proprietária de grandes lotes de terras. Possuía a alcunha “La Quintrala” devido ao seu cabelo vermelho. Durante o período colonial do Chile, ela ficou conhecida pela extrema crueldade que praticava contra seus inquilinos. La Quintrala foi acusada pelo assassinato de mais de 40 pessoas, o que fez dela um ícone do abuso e da opressão colonial. Sua figura ainda vive na cultura popular chilena, não só como o de exemplo máximo de mulher perversa e abusiva, mas também como da opressão do império espanhol.

06 - Belle Gunness (1859-1908)

Nacionalidade: Norueguesa
Quantos matou: mais de 40


Belle Sorenson Gunness, nascida Brynhild Paulsdatter Størseth, foi uma das mais famosas mulheres Serial Killer na história dos EUA. Suspeita-se que ela matou os maridos que teve e todos os seus filhos. Porém, ela é mais conhecida por ter matado todos os seus namorados e duas de suas filhas, Myrtle e Lucy. Tudo indica que grande parte das mortes eram ligadas a interesses financeiros, como benefícios de seguro de vida por morte e afins. Há suspeitas que ela tenha matado mais de 40 pessoas no decorrer de décadas.

05 - Amy Archer-Gilligan (1873-1962)

Nacionalidade: Norte-Americana
Quantos matou: 48


Amy Archer-Gilligan foi uma enfermeira, proprietária de uma casa de repouso. Inicialmente, ela matou 5 pessoas por envenenamento. Uma delas era seu segundo marido, Michael Gilligan, as demais eram pacientes. Estima-se que outras 43 pessoas tenham sido mortas por Amy, já que as mortes ocorreram em sua casa de repouso. Parentes dos pacientes acharam as mortes suspeitas – todas ocorridas em apenas 5 anos. Investigações foram feitas na casa e arsênico foi encontrado. A enfermeira alegou que o veneno havia sido usado para matar roedores, mas quando os corpos do segundo marido e dos clientes foram exumados, foi encontrada grande quantidade de arsênico. Amy foi presa em 1917 e condenada à prisão perpétua. Morreu na prisão em 1962, aos 89 anos.

04 - Delfina González (? - 1968) e María de Jesús González (? - anos 90?) Sem data exata

Nacionalidade: Mexicanas
Quantos matou: 91


Conhecidas como “Las Poquianchis”, as irmãs mexicanas se instalaram no Rancho El Ángel, também chamado de “bordel do inferno”. A polícia deteve uma mulher de nome Josefina Gutiérrez, procurada por suspeita de sequestrar jovens garotas na área de Guanajuato. Durante o depoimento, ela implicou as duas irmãs Gónzalez no esquema. Oficiais de polícia procuraram pelas duas irmãs na propriedade e encontraram os corpos de 11 homens, 80 mulheres e vários fetos, um total de mais de 91. Investigações revelaram o esquema – elas recrutariam prostitutas por meio de anúncios. Quando as prostitutas ficavam muito doentes, prejudicadas por repetidos estupros, perdiam a boa aparência ou deixavam de agradar os frequentadores, as irmãs as matavam. Delfina e María também costumavam matar os frequentadores do bordel que exibiam muito dinheiro. Julgadas em 1964, as irmãs González foram sentenciadas a 40 anos de prisão cada uma. Na cadeia, Delfina ficou louca porque temia que pudesse ser morta por protestantes furiosos. Acabou por morrer em um acidente: em 1968, um trabalhador que fazia reparos em sua cela derrubou, acidentalmente, um balde de cimento em sua cabeça. María cumpriu sua sentença e logo após ganhar liberdade, sumiu, ao lado de um homem de 64 anos que conhecera na prisão. Ela teria morrido em fins dos anos 90 já com idade avançada. É interessante citar que elas não cometeram todos esses crimes sozinhas: elas foram ajudadas por outras duas irmãs, Carmen e María Luisa. A primeira morreu na cadeia, de câncer; já María Luisa morreu sozinha em sua cela em 19 de novembro de 1984. Seu corpo, já comido por ratos, só fora descoberto um dia depois.

03 - Miyuki Ishikawa (1897-?) Sem data exata

Nacionalidade: japonesa
Quantos matou:103



Foi uma parteira japonesa. Acredita-se que ela seja a serial killer que mais assassinou bebês no mundo. Miyuki tinha a ajuda de vários cúmplices. Estima-se que ela tenha matado entre 85 e 169 crianças (a maioria iria ser abandonada pelos pais após o nascimento), mas dados oficiais asseguram que o número total de vítimas é 103. Os crimes começaram a ser descobertos quando 5 corpos de suas vítimas foram acidentalmente descobertos em janeiro de 1948. Autópsias feitas nos bebês mostraram que eles não haviam morrido de causas naturais. O incidente é lembrado como a principal causa de o governo japonês começar a considerar a legalização do aborto no Japão, o que de fato ocorreu um ano depois.

02 - Darya Saltykova (1730-1801)

Nacionalidade: Russa
Quantos matou: por volta de 138


Saltykova foi uma jovem nobre de Moscou que se tornou conhecida por torturar e matar mais de 100 servos (em sua maioria mulheres e garotas). Darya Saltykova casou-se jovem, teve dois filhos e enviuvou aos 26 anos. Dessa forma, ela herdou não apenas muita terra, mas um número considerável de servos. Tornando-se senhora de suas terras, Darya recebeu da corte real russa o direito de torturar e matar seus servos sem que nenhuma punição recaísse sobre seus ombros. No entanto, parentes das mulheres mortas por ela levaram uma petição até a imperatriz Catarina II, que decidiu julgar Saltykova publicamente pela sua iniciativa ilegal. A nobre foi presa em 1762 e assim ficou por seis anos, enquanto as investigações sobre o caso corriam. A investigação contou no mínimo 138 mortes suspeitas. Ela foi considerada culpada de ter matado 38 servas por batê-las e torturá-las até a morte. Em 1768, Saltykova foi acorrentada a uma plataforma em Moscou por uma hora com os seguintes dizeres em volta do pescoço: “Esta mulher torturou e matou”. Muitas pessoas vieram vê-la durante a hora que ela ficou exposta. Depois, Darya Saltykova foi encarcerada em um convento.

01 - Condessa Erzsébet Báthory (1560-1614)

Nacionalidade: húngara
Quantos matou: mais de 500


Essa moça cruel já foi vista várias vezes no blog. Erzsébet Báthory foi uma condessa húngara que ficou conhecida por uma série de crimes hediondos que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Devido a isso, ela ficou conhecida como "A condessa sangrenta" e "A condessa Drácula".
Vaidosa, Erzsébet ficou noiva do conde Ferenc Nadasdy aos onze anos de idade, com quem casaria 4 anos mais tarde. O conde era militar e, frequentemente, ficava fora de casa por longos períodos. Nesse meio tempo, Erzsébet cuidava dos assuntos do castelo do marido. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a serem reveladas - com o disciplinamento de um grande número de empregados, principalmente mulheres jovens. Qualquer motivo era desculpa para ela infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como sob as unhas. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas. O marido de Báthory juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição: o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos. O conde Nadasdy morreu em 1604 e nos anos que se seguiram à morte do marido, quem cometia os crimes com Erzsébet no crime foi uma mulher, Anna Darvulia. Quando Darvulia adoeceu, Erzsébet encontrou apoio em Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino. Majorova encorava a condessa a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas. Em 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio. No início do verão de 1610, as primeiras investigações sobre os crimes de Erzsébet Báthory começaram. Ela foi presa no dia 26 de dezembro daquele ano e em 7 de janeiro de 1611 foi apresentada uma agenda encontrada nos aposentos de Erzsébet, a qual continha os nomes de 650 vítimas, todos registrados com a sua própria letra. Seus cúmplices foram condenados à morte, sendo a forma de execução determinada por seus papéis nas torturas. Erzsébet foi condenada à prisão perpétua, em solitária. Foi encarcerada em um aposento de um castelo sem portas ou janelas. A única comunicação com o exterior era uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos. A condessa permaneceu aí os seus três últimos anos de vida, tendo falecido em 21 de agosto de 1614.

Fonte: Banana no osso

Suposto serial killer teria mutilado onze pés encontrados na praia


Um caso vem intrigando a policia canadense desde 2007, 11 pés humanos foram encontrados boiando nas praias da Colúmbia Britânica - oito apenas em Vancouver e três em Washington. Todos calçando tênis.

Há várias hipóteses em torno do caso, como um assassino em série,onde sua assinatura seria os pés das vítimas a maioria calçando tênis da Reebok, o então apelidado de "Matador Reebok". A outra hipótese é de que os restos dos corpos podem ser resultados de várias ocorrências sem relação, não necessariamente cometidas por um assassino. Pois quando o corpo entra em decomposição, soltam-se as partes, os tênis, como boiam podem ter levado as partes até a costa.


Será que temos um serial killer ativo?

Conheça os mais famosos serial killers do Brasil- Parte2

Laerte Patrocínio Orpinelli



Chamado de "Maníaco da Bicicleta", Laerte é um serial killer brasileiro acusado de espancar, estuprar e estrangular pelo menos 10 crianças matando-as com requintes de crueldade em quatro cidades do interior de São Paulo, sendo Rio Claro a cidade que registrou maior ocorrência de óbitos de menores do maníaco, os crimes perduraram entre o início e o final da década de 90 cessando quando Laerte foi preso em 2000.


Marcelo Costa de Andrade



O Vampiro de Niterói esteve em atividade entre 1991 a 1992, matando 13 meninos - de idade de 6 a 13 anos. Ele levava a vítima até uma área deserta, estuprava, estrangulava e quando mortas, bebia o seu sangue, com a teoría de permanecer jovem e belo. Praticava necrofilia com os cadáveres até avançado estado de decomposição. Foi preso graças a fuga de uma vítima que o denunciou. Por ser considerado inimputável pela justiça, encontra-se internado por tempo indeterminado no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Henrique Roxo.


Fortunato Botton Neto


O garoto de programa mais conhecido como O Maníaco do Trianon, matou, com requintes de crueldade, 13 homens nos ano de 1986 até 1989. Após combinar o programa e ir até o lar das vítimas, amarrava seus tornozelos e pulsos, as matando com estrangulamento, facadas, ou com golpes de chave de fenda. Em alguns casos pisoteou as vítimas até que os órgãos saíssem pelos orifícios corporais. Em seus depoimentos, o maníaco diz: "Matar é como tomar sorvete: quando acaba o primeiro, dá vontade de tomar mais, e a coisa não para nunca". Foi condenado e morreu na prisão em fevereiro de 1997, de broncopneumonia decorrente da Aids. Assassinou pelo menos 13 pessoas.


Francisco das Chagas Rodrigues de Brito




O caso é bem lembrado, ocorreram entre 1989 e 2004 no Maranhão e no Pará. Brito escolhia sempre como vítimas meninos pobres que vendiam doce ou perambulavam na área de sua casa ou de seu trabalho, atraindo os mesmos para uma mata. No local matava os estrangulando, ou utilizando pedras e objetos cortantes. Como se não bastasse, mutilava suas vítimas, retirando testículos ou órgão genital, além de levar consigo uma "lembrancinha": roupas, osso, dedo ou outro pedaço amputado. Há suspeitas de que houve violência sexual e que o assassino tenha comido algumas partes da vítima.. Em 2006, ele foi condenado a 20 anos e oito meses de prisão pela morte de uma das vítimas e ainda aguarda julgamento pelas demais. É considerado o pior Serial Killer Brasileiro, tendo cometido 42 assassinatos.


José Ramos
Linguiceiro da Rua do Arvoredo
Seus crimes ocorreram em 1863 - é bem possível que seja o primeiro Serial Killer que se tem registro na história nacional. Justamente por se tratar de um caso muito antigo, não há informações precisas quanto ao número exatidão obre o número de vítimas. Seu modus operandi, entretanto, é relatado com clareza: José, pessoa elegante e de bons gostos culturais, atraia as suas vítimas com a promessa de que passariam a noite com a sua esposa, Catarina Pulse. Chegando no local a vítima era servida de boa comida, boa bebida e boa conversa; Até que Ramos acertava-lhe a cabeça com uma machadinha, com um golpe certeiro. Depois, com a ajuda de Carlos Claussner, degolava e esquarteja a vítima, usando sua carne para a fabricação de linguiças - famosas na época. Os fatos ocorreram na Provícia de Porto Alegre e foram descobertos apenas em 1894, ou seja, 31 anos de matança. José foi condenando ao enforcamento, Catarina internada em hospício e Carlos, antes de ser pego, ele já havia virado linguiça.


Fonte:nascido em versos, wikipédia

Delphine Lalaurie: A mulher mais cruel da história





Nome completo: Marie Delphine Macarty.
Nascimento: por volta de 1775.
Local: Nova Orleans, EUA.

No ano de 1808 casou-se pela primeira vez com Don Ramon y Lopez de Angulo. Após sua morte, ela casou com o traficante de escravos Jean Blanque, que morreu em 1816, daí surgiu o gosto bizarro de maltratar escravos. Duas vezes viúva, casou-se com o médico Dr. Luís LaLaurie em 25 de junho de 1825. Graças ao seu parentesco com políticos, era prestigiada pelos ricaços da cidade.
Como socialite, madame LaLaurie promovia festas para a high society de Nova Orleans. Seus próprios convidados espalhavam boatos de que ela tratava os escravos com brutalidade, torturando-os e humilhando-os constantemente. Quando Delphine começava a punir o escravo com chicotadas, não descansava até o deixar inconsciente. Esses episódios chamaram a atenção de um juiz que interveio obrigando-a a pagar uma multa e confiscando-lhe alguns dos escravos.
Por ser parente de políticos, não tardou a recuperar seus escravos.

O Incêndio

LaLaurie ficou famosa depois de um incêndio que aconteceu na mansão em 1834. Acredita-se que foram 2 escravos que começaram o incêndio para tentar fugir da mansão.
Quando as pessoas foram lá para apagar o fogo e salvar as pessoas, LaLaurie não deu as chaves da Senzala. Dois escravos foram encontrados acorrentados pelo pescoço na cozinha, provavelmente os autores do incêndio.
Houve uma revolta das pessoas e LaLaurie fugiu... Ninguém sabe pra onde, dizem que ela foi para Paris com o marido onde viveram até o fim de suas vidas...



Quando as pessoas conseguiram abrir a Senzala, ela parecia mais o laboratório do Dr. Frankenstein.
Os escravos estavam mutilados, amputados, alguns tiveram seus sexos trocados, outros a boca costurada...
LaLaurie tinha um "apetite sádico que nunca parecia apaziguado, ela tinha infligido a um ou mais dos seus servos negros alguma forma hedionda de tortura" e afirmou que aqueles que responderam ao fogo de 1834 tinha encontrado "escravos do sexo masculino, totalmente nus, acorrentados à parede, os olhos arrancados, suas unhas arrancadas pelas raízes, outros tiveram suas articulações e pele inflamada, grandes buracos em suas nádegas, onde a carne tinha sido cortada, as orelhas penduradas por pedaços, seus lábios costurados ... Intestinos foram retirados e atados ao redor da cintura nua. Havia buracos no crânio, onde um pedaço de pau tinha sido inserido para agitar o cérebro. "
O mais bizarro foram dois escravos:um deles tinha os braços amputados e sua pele descascada num padrão circular, fazendo parecer uma lagarta humana", e outro que teve seus membros quebrados e dobrados "em ângulos estranhos, para que ele se parecesse com um caranguejo humano".

Alguns escravos foram apresentados ao público para mostrar os horrores da LaLaurie...

Ao pentear os cabelos de LaLaurie, uma garota de 8 anos, acidentalmente, deu-lhe um puxão. Ela foi chicoteada e fugiu. Quando recapturada, foi morta e enterrada debaixo de uma árvore, situada no quintal da mansão.






A mansão está de pé até hoje e antigos donos dizem que a casa é mal assombrada, podendo ouvir-se gritos femininos em francês e ver-se aparições de escravos acorrentados durante a noite. Um dos recentes proprietários da mansão foi o ator Nicolas Cage.

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